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	<title>Não sou tr00!</title>
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	<description>Música, coisas nerds, e o resto.</description>
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		<title>Não sou tr00!</title>
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		<title>A banda do morcego heterossexual</title>
		<link>http://naosoutroo.wordpress.com/2010/07/28/a-banda-do-morcego-heterossexual/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 20:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naosoutroo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de 2 meses do último post, e de 7 meses de atraso, pra voltar a falar de música, propriamente dito, que é a razão de ser deste blog, cá estou eu novamente. Devido a isso, vou passar um bom tempo, provavelmente os próximos 10 ou mais posts, falando dos lançamentos do ano de 2010, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=212&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de 2 meses do último post, e de 7 meses de atraso, pra voltar a falar de música, propriamente dito, que é a razão de ser deste blog, cá estou eu novamente. Devido a isso, vou passar um bom tempo, provavelmente os próximos 10 ou mais posts, falando dos lançamentos do ano de 2010, que já ouvi, e gostei, e por este motivo, serão objeto de apreciação e análise.</p>
<p>Para tentar tornar tudo menos maçante, tanto pra mim que escrevo, quanto para quem lê, vou tentar auto-impôr uma regra: só posso fazer reviews com, no máximo, 4000 caracteres, excluindo, claro, as informações sobre o CD, e os links pra download, além destes textos introdutórios. Quem sabe assim, eu consigo aprender a ser conciso, falar mais em menos espaço, e torno o ato de ler meu blog mais agradável e menos torturante. Espero conseguir.</p>
<p>Na estreia desse novo estilo de vida, vou falar sobre o primeiro álbum de 2010 (embora tenha vazado na internet ainda no fim de 2009), que atraiu minha atenção, que foi o Ironbound, do Overkill. Fortíssimo candidato a figurar na minha lista de 10 melhores do ano, que será, se assim Krishna permitir, colocada por aqui, nos últimos dias de Dezembro, e que ocupava o posto de primeiro lugar, até o novo álbum do Exodus (do qual falarei em posts futuros), Exhibit B: The Human Condition, ser lançado. Mas, sem mais delongas, vamos ao que interessa.</p>
<h2>Overkill &#8211; Ironbound (2010)</p>
<p><div id="attachment_214" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2010/07/overkill_ironbound1.jpg"><img class="size-full wp-image-214" title="overkill_ironbound" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2010/07/overkill_ironbound1.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Overkill - Ironbound" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Overkill - Ironbound</p></div></h2>
<h3>Ficha Técnica:</h3>
<p><em>1. The Green and Black&#8221; &#8211; 8:12</em><em><br />
</em></p>
<p><em>2. Ironbound&#8221; &#8211; 6:33</em><em><br />
</em></p>
<p><em>3. Bring Me the Night&#8221; &#8211; 4:16</em><em><br />
</em></p>
<p><em>4. The Goal Is Your Soul&#8221; &#8211; 6:41</em><em><br />
</em></p>
<p><em>5. Give a Little&#8221; &#8211; 4:42</em><em><br />
</em></p>
<p><em>6. Endless War&#8221; &#8211; 5:41</em><em><br />
</em></p>
<p><em>7. The Head and Heart&#8221; &#8211; 5:11</em><em><br />
</em></p>
<p><em>8. In Vain&#8221; &#8211; 5:13</em><em><br />
</em></p>
<p><em>9. Killing for a Living&#8221; &#8211; 6:14</em><em><br />
</em></p>
<p><em>10. The S.R.C.&#8221; &#8211; 5:08</em></p>
<p><strong>Overkill</strong> é uma banda de Thrash Metal, uma das primeiras da história (muitos tr00s a consideram a primeira da história, devido a demos antigas), formada em 1980, nos EUA, surpreendemente fora da famosa Bay Area, sendo assim, junto com o Anthrax, duas das bandas de Heavy Metal mais famosas da Costa Leste dos EUA (pra quem é geograficamente limitado, na Costa Leste que fica Nova Iorque e Nova Jersey, lugar de onde vem a banda).<em> </em>Primeiro os caras tocavam covers de Ramones e outras sofríveis bandas punks, depois passaram a tocar covers de Motörhead e Judas Priest, e, por fim, resolveram misturar as duas coisas, começar a compôr, e assim, a tocarem Thrash Metal.</p>
<p>Apesar de todo esse pioneirismo, o Overkill nunca conseguiu o mesmo sucesso que seus congêneres, como o chamado Big Four (composto de Slayer, Metallica, Anthrax e Megadeth), e nem mesmo de bandas como Exodus ou Testament. Sempre foram mais undergrounds, por assim dizer, apesar de sempre terem passado por grandes gravadoras (atualmente estão na Nuclear Blast), e de seu melhor álbum, pelo menos até o lançamento do Ironbound, chamado The Years of Decay, ter vendido mais de 2 milhões de cópias, mundo afora. Apesar do menor sucesso comercial, o Overkill é alvo de um número consideravelmente grande de elogios ao longo da carreira, sendo visto pelos fãs de Thrash Metal como uma banda que sempre se manteve &#8220;fiel ao estilo&#8221; (com uma ou outra altercação, sejamos sinceros), e que nunca decepcionou com os álbuns que lança, mesmo quando fez algo meio diferente do padrão, ao contrário das bandas supracitadas. Além disso, são considerados excelentes ao vivo (o que é verdade, até hoje), e nunca mudaram o estilo mais direto, das músicas que fazem, buscando sucesso comercial, fazendo um som que ainda é parecido com o executado lá no príncipio, no longínquo ano de 1983. Outro fato interessante, é que a banda tem um mascotinho, que é uma caveira com asas de morcego, grotescamente copiado pela banda de emocore, Avenged Sevenfold. Mas, deixemos isso de lado, e vamos falar do Ironbound.</p>
<p>Depois de muitos anos de estrada, e muitas mudanças de integrantes, sendo os únicos dois constantes, o vocalista Bobby &#8220;Blitz&#8221; Elsworth, uma das vozes mais reconhecidas do metal, e o baixista D.D Verni, o Overkill estabilizou o seu plantel, primeiro por contar com a mesma dupla de guitarristas pelos últimos 10 anos, e com a mesma banda, pelos últimos 2 álbuns  (contando o Ironbound). Já que eu falei da voz do Bobby Blitz, devo deixar claro que, embora reconhecida, não é da mais fácil de gostar, &#8220;logo de cara&#8221;. É uma voz mais aguda, que pode ser irritante para os desacostumados, mas que com o tempo, passa a ser fácil de ouvir, e até de gostar. E o cara manda bem, gritando de forma avassaladora, ao longo de todos os CDs, e cantando quando é preciso, sem nunca exagerar.</p>
<p>E, se tem algum tipo de exagero, no Ironbound, é o exagero da qualidade. Assim, sem exagero (e sem trocadilhos infames). As músicas são todas fantásticas, sem ter uma sequer que você possa considerar como &#8220;filler&#8221;, aquelas que só entram pra preencher espaço. Todas contam com uma excelente variedade de riffs poderosos e marcantes (Alguns até que lembram clássicos do Thrash Metal, como &#8220;Seek and Destroy&#8221;, do Metallica, e &#8220;Wake Up Dead&#8221;, do Megadeth. Embora não sejam plágio, e eu talvez seja o único que ache isso.), ótimos solos por parte do Dave Linsk (na minha opinião,o maior destaque do disco), bateria muito bem executada, e uma maravilhosa performance vocal do Bobby, que tornam o CD indispensável para qualquer fã de Thrash Metal, e demonstram o porquê de todo mundo considerar o Overkill como um dos maiores representantes do estilo, até os dias de hoje. Não vou nem citar destaques individuais, porque nenhuma faixa sobressai demais em relação às outras, já que todas são fantásticas. Mas, devo dizer que a faixa de abertura, <strong>&#8220;The Green  and the Black&#8221;</strong> é uma das melhores da carreira da banda, até hoje. Recomendadíssimo.</p>
<p><strong>Vídeo para vocês conhecerem: </strong></p>
<p><strong> <span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2010/07/28/a-banda-do-morcego-heterossexual/"><img src="http://img.youtube.com/vi/3AnXxcqWv1o/2.jpg" alt="" /></a></span></strong></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://hotfile.com/dl/17989942/e0657c8/ib.rar.html" target="_blank">Clique aqui para baixar. </a> Caso peça senha, ela é: bunalti.com</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;">É isso, gigórficos. Espero que tenham gostado desse &#8220;novo formato&#8221; que o titio está tentando fazer, e até a próxima. Deixem seus comentários, xingamentos, elogios, o que diabo seja, que eu respondo, com muita educação e gentiliza.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Um beijo em suas almas.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/naosoutroo.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/naosoutroo.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/naosoutroo.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/naosoutroo.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/naosoutroo.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/naosoutroo.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/naosoutroo.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/naosoutroo.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/naosoutroo.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/naosoutroo.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/naosoutroo.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/naosoutroo.wordpress.com/212/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/naosoutroo.wordpress.com/212/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/naosoutroo.wordpress.com/212/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=212&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>André Forastieri, o chato e ridículo jornalista</title>
		<link>http://naosoutroo.wordpress.com/2010/05/19/andre-forastieri-o-chato-e-ridiculo-jornalista/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 06:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naosoutroo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Sério]]></category>
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		<description><![CDATA[Boa noite, senhoras e senhores desse meu Brasil varonil. Sei que faz muito tempo que não escrevo nesse ditoso blog, e da última vez que o fiz, ainda foi sobre um assunto que não tem nada a ver com o principal tema das minhas escritas, que é a música, mais precisamente o heavy metal e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=207&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite, senhoras e senhores desse meu Brasil varonil.</p>
<p>Sei que faz muito tempo que não escrevo nesse ditoso blog, e da última vez que o fiz, ainda foi sobre um assunto que não tem nada a ver com o principal tema das minhas escritas, que é a música, mais precisamente o heavy metal e suas vertentes. Novamente, o que falarei agora, não tem nada a ver com esse tema. Não totalmente.</p>
<p>Antes de decidir escrever, fiquei pensando na vida, elucubrando sobre as razões de digitar aqui tudo o que penso sobre esse tal acontecimento, coisa que faço tem alguns dias, e relutando acerca desse fato. Fiquei pesando os prós e contras de escrever, e pensava que era meio sem sentido, já que a minha gama de leitores se restringe aos meus amigos, que normalmente sabem o que eu penso sobre as coisas. Então, seria basicamente falar duas vezes do mesmo assunto, para as mesmas pessoas. Contudo, eu tenho a singela esperança de conseguir a dominação global através da exposição de minhas ideias e pensamentos, portanto, resolvi escrever.</p>
<p>Para começar efetivamente, preciso deixar claro que eu odeio as pessoas. Praticamente todas elas, com raríssimas exceções. Justamente por isso, se torna muito natural que eu também seja odiado por muitas pessoas, o que também ocorre. Não obstante, alguns poucos gostam de mim, concordam com minhas ideias e meus pensamentos, ou pelo menos aceitam que eu os exponha, pois sabem que eu não ajo desse modo de forma premeditada, para assim conseguir que os holofotes da fama do meu círculo social (que é bem diminuto, obviamente) se voltem para mim, ou para ser conhecido como &#8220;o diferente&#8221;, &#8220;o indie&#8221;, &#8220;o do contra&#8221;. Eu simplesmente sou assim. Sou, em todos os aspectos da minha vida, porque isso é naturalmente ser eu mesmo.</p>
<p>Infelizmente, isso não acontece com todos. Muitos menos com o ilustre senhor, sobre o qual falarei agora.</p>
<p>O nome dele é André Forastieri, que possui um blog no portal R7. Ao abrir o &#8220;perfil&#8221;, em seu blog, para conhecer um pouco mais sobre a carreira desse senhor, você verá que ele trabalhou em revistas importantes, sendo redator-chefe da revista Bizz, foi co-fundador da editora Conrad, associou-se com a Ediouro, escreveu artigos para a Folha de São Paulo. Enfim. Um currículo de respeito, o que provavelmente denotaria uma capacidade intelectual e jornalística grande. Nem tanto.</p>
<p>Confesso que não conhecia esse senhor, até ele escrever <a href="http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/2010/01/28/32-razoes-porque-o-metallica-e-chato/" target="_blank">um artigo falando sobre o Metallica</a>, uma das minhas bandas preferidas, no blog dele, na semana em que a banda estava fazendo shows pelo Brasil. Aliás, chamar aquilo de &#8220;artigo&#8221; é um baita elogio. Ele fez uma lista com 32 razões para o Metallica ser chato, lista essa que, além de conter razões estupidamente infantis, coisa que ele mesmo critica a banda por ser, não possui nenhum senso de humor (outra coisa pela qual ele critica a banda), além de ser uma demonstração inequívoca da estupidez desse senhor, já que ele lista razões estapafúrdias, dentre elas o fato da banda ter sido montada pelo baterista, como causa dessa tal chatice. Pois bem. Como não poderia ser diferente, esse tal artigo virou notícia, principalmente na comunidade do Metallica no Orkut, muita gente ficou indignada com todas essas palavras negativas contra seus ídolos, e começou a xingar o cara pelo próprio Orkut, e a comentar no blog dele, de forma nada cordial. Uma reação que eu considero extremada e pouco inteligente, mesmo eu também tendo ficado chateado com tudo isso. Mas, deixei passar, pensei que aquilo tinha sido um caso isolado.</p>
<p>Engano meu.</p>
<p>Eis que nesse último domingo, dia 16 de Maio, o vocalista Ronnie James Dio, que cantou em bandas como Rainbow, Dio, e com muito mais fama, no Black Sabbath, após a saída do Ozzy, e no recentemente formado Heaven &amp; Hell, faleceu, vítima de um câncer no estômago (Nota do Autor: odeio demais câncer no estômago). Os fãs do cantor, grupo no qual não me incluo, já que não gostava das músicas dele, nem das bandas que ele cantou, mesmo sabendo da importância que todas tiveram para a constituição do meu estilo de música preferido, sabiam que ele estava doente desde Novembro do ano passado, mas todos acreditavam numa recuperação, e, portanto, essa notícia deixou a todos bastante entristecidos, principalmente àqueles que foram ao show do Heaven &amp; Hell, ano passado, e tinham uma memória recente do Dio, com vida. Tudo muito triste, comoção na internet, nas comunidades do Orkut, no Twitter, já que a notícia da morte dele virou um dos Trending Topics do dia, artistas se pronunciando sobre a morte (entre eles, uma carta aberta escrita pelo Lars, que foi até emocionante de ler, admito), amigos meus, fãs do Dio e das bandas pelas quais ele passou, tristes também, com a notícia, e aí, dia 17 de Maio, segunda-feira, surge <a href="http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/2010/05/17/ronnie-james-dio-o-deus-ridiculo-do-rock/" target="_blank">esse artigo no blog do André Forastieri</a>. Se você está esperando que eu diga, agora, que ele deveria respeitar a dor da família, que foi muito sem coração, falar mal do Dio desse jeito, na hora da morte do cara, e tudo mais, sinto te desapontar, mas isso não vai ocorrer. Eu acho bastante sacanagem falar mal de um morto recém-enterrado, mas, não sou politicamente correto, e nem a família do Dio vai ler o que ele escreveu. O que me deixa incomodado, bastante incomodado, é a latente vontade que esse senhor tem de aparecer, de criar caso, de ser odiado pelas pessoas da internet, como numa tentativa ensandecida de ter seu ego inflado, e, como ele já demonstrou não ter nenhuma capacidade intelectiva ou jornalística para conseguir isso, pelo &#8220;bem&#8221;, resolveu conseguir pelo &#8220;mal&#8221;.</p>
<p>Pois, vejamos. Não é muita coincidência, no exato momento em que o Metallica vem ao Brasil, depois de mais de 10 anos sem pisar por aqui, pra fazer 3 shows completamente lotados, com um disco lançado um ano antes que fez sucesso demais em todo o mundo, inclusive aqui no Brasil, mesmo com toda a pirataria, e tornou o Metallica a primeira banda a conseguir emplacar 5 lançamentos consecutivos no primeiro lugar da Billboard 200, com muita gente do mundo da música, do entretenimento, elogiando o Metallica, querendo entrevistar a banda, falando bem da banda, surgir (Uso esse termo pois, nem eu, nem ninguém que eu conheço, sabia da existência desse André Forastieri antes do acontecido. Pode ser ignorância de nossa parte, mas duvido bastante.) um &#8220;jornalista&#8221; falando tanta besteira, tanta idiotice, com a clara intenção, por mais que ele negue (e como negou, de todas as formas possíveis), de se tornar um &#8220;attention whore&#8221;, de se tornar um expurgo, alvo da raiva dos fãs? Pessoas essas que, obviamente, por serem fãs, na mais simples acepção da palavra, vão se revoltar contra qualquer um que fale mal de seus ídolos, normalmente dos modos mais irracionais. Eu não fiz o mesmo pois, como disse, embora seja fã do Metallica, ao contrário do que sou do Dio, acho que ficar xingando um cara qualquer no blog dele, é falta demais do que fazer (Assim como também o é, fazer um post sobre esse mesmo cara, no meu blog que ninguém lê, às 02h da manhã. Mas esse fato terá uma explicação futura. Aguardem.), além de falta de inteligência. E, embora eu seja fã, no sentido de gostar demais da banda, da música, de me identificar com todo o trabalho artístico que os caras fazem, sou totalmente iconoclasta, portanto, falar mal da banda que eu gosto não é o problema. O que realmente me emputece, é o cara fazer isso numa tentativa desesperada de aparecer.</p>
<p>Tanto isso é verdade que agora, esse mesmo cara resolveu direcionar seu foco para outro acontecimento no mundo da música. A morte de um vocalista que, como sua própria alcunha denota, era considerado um deus, pelos seus fãs, e portanto, a morte dele será sentida. E foi esse segundo artigo que me motivou a escrever tudo isso aqui, principalmente depois de ler os comentários que o André Forastieri fez no Twitter, em resposta às pessoas que o criticaram, xingaram, e etc. Antes de falar o que penso sobre ele, de verdade, devo concordar que, a principal razão pra ele escrever essas merdas, é o fato disso que ele diz afetar diretamente as pessoas que ele deseja afetar, com essa sua premeditada postura crítica das coisas, já que, infelizmente, o fã de metal, em geral, é muito apaixonado, a ponto da paixão superar a razão, e os tornar irracionais, para não dizer burros. Parece que falar mal de uma banda é pior que xingar a mãe, e, devido a isso, que surgem figuras dantescas como esse André Forastieri, que parece tentar conquistar uma atenção que nunca teve ao longo de toda a carreira como jornalista, se dedicando a falar mal do que é notícia no momento. Porque, uma coisa é você ser naturalmente crítico, &#8220;do contra&#8221;, sem se aproveitar das situações que acontecem para, de forma proposital, falar mal daquilo que está em evidência, e assim conquistar fama, mesmo que pelo ódio (e nisso entra todo aquele papo sobre a minha personalidade, no começo do post), e outra coisa completamente diferente, é você ser aquele &#8220;crítico de oportunidade&#8221;, que pensa o seguinte: &#8220;Sou um cara fracassado. Tenho um blog aqui no R7, que ninguém lê. Os posts que eu faço sobre quadrinhos, sobre o Robert Pattinson, tem 20, 30 comentários. Então, vou aproveitar que o Metallica está fazendo shows no Brasil, essa semana, e como eu sei que falar muito mal de algo que faz sucesso, e virou notícia, chama atenção, e, principalmente, faz ganhar o ódio dos fãs, que vão querer xilicar pela interner afora, vou fazer um artigo sem pé nem cabeça sobre as razões para o Metallica ser chato, vou escrever qualquer merda que surgir na minha cabeça, ou seja, qualquer coisa que surgir, porque daqui não sai nada diferente de merda, e com isso vou conquistar a fama que tanto quero. Eba!&#8221;. Passados 4 meses, ele pensa novamente: &#8220;Porra, depois daquele meu artigo sobre o Metallica, voltei a não ter comentários, só de vez em quando que ainda surge um fã estressadinho pra me xingar, mas as coisas novas que eu escrevo não tem nenhuma atenção. Mas, ei! O Dio acabou de morrer! Isso é tudo do que eu precisava! Vou novamente escrever um monte de porcaria sobre o cara, chamá-lo de fracassado, de ridículo, que novamente serei xingado pelos fãs, e voltarei a ter a fama que tanto gosto! E, pra me defender, eu digo no Twitter que metaleiro não entende ambiguidade, que quem não enxerga afeição e respeito num texto onde eu não faço nada além de ofender uma pessoa que morreu no dia anterior, vítima de câncer, não sabe ler, que os fãs precisam crescer, que o brasileiro não sabe interpretar texto, que eu respeito todo mundo, e todas essas minhas falácias, todo esse meu discurso sofista será completamente embasada pela reação animalesca nos comentários, já que terá até gente dizendo que fui sodomizado por um dromedário. E pra completar, eu ainda digo que é perfeitamente possível admirar alguém, mesmo criticando pesadamente, que não ganho por pageview, que eu quero escrever algo de diferente, e que, tal qual uma criança que fica de fora do futebol, e por isso tira a bola do jogo, o blog é meu, lê quem quer. Assim fico blindado de qualquer eventual crítica contra mim, para não sofrer os males do veneno que eu mesmo utilizo. Como sou genial!&#8221;</p>
<p>Enquanto escrevia esse post, acabei descobrindo <a href="http://champ-vinyl.blogspot.com/2010/05/carta-aberta-ao-sr-andre-forastieri.html" target="_blank">essa resposta ao artigo do André Forastieri</a>, que acaba falando coisas parecidas com as que falei, só que de maneira muito mais concisa, inteligente e menos pesadamente crítica, já que, como disse lá no preâmbulo (palavra de advogado), eu odeio muito as pessoas (e também não sou jornalista), principalmente pessoas do tipo que esse André Forastieri demonstra ser, um mercador da desgraça, que busca fazer sucesso criticando a tudo e a todos, não pela arte de criticar, de proferir a opinião que possui, que é um direito constitucional, inclusive, desde que feito dentro dos limites legais, mas com a clara intenção, por mais negada que ela seja, de, com essa crítica, conseguir algum tipo de reconhecimento, por mais perverso e negativo que ele seja, para depois ainda usar os argumentos mais fracos cabíveis nessa discussão, de que quer ser o diferente, e de que o erro está nos outros. Claro que ficar xingando o cara no blog dele é uma idiotice sem fim, e eu também condeno isso, mas, de certo modo, ele próprio é o culpado por essas reações, já que, e eu faço questão de repetir, por mais que as pessoas não entendam ambiguidade, nem saibam interpretar textos, existem casos onde a vontade, a necessidade de aparecer, o manifesto oportunismo fica tão evidente, que até um fã cego consegue enxergar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/naosoutroo.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/naosoutroo.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/naosoutroo.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/naosoutroo.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/naosoutroo.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/naosoutroo.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/naosoutroo.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/naosoutroo.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/naosoutroo.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/naosoutroo.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/naosoutroo.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/naosoutroo.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/naosoutroo.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/naosoutroo.wordpress.com/207/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=207&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Esse é o meu Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 01:44:50 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que este meu blog não foi criado com o intuito de falar de coisas sérias, mas, depois que li <a href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/02/18/e18027526.asp" target="_blank">esta notícia</a>, senti um aperto tão grande na garganta, e uma raiva tão dolorosa crescendo no meu peito, que não posso me abster de comentá-la.</p>
<p>Para quem não lembra, há 3 anos, no dia 07 de fevereiro, 5 homens assaltaram um carro no subúrbio da cidade do Rio de Janeiro. Nada muito anormal, a não ser pelo fato que, a despeito de terem mandado sair a mulher que dirigia o veículo, e a filha mais velha, no banco do carona, mesmo com o pedido da mãe, para ajudar a soltar o filho menor, que estava no banco de trás, esses 5 facínoras arrancaram com o veículo, e com ele fugiram por mais de 7km, com o menino preso ao cinto de segurança, sendo arrastado por todo o caminho. E, para contradizer o que nossos queridos bandidos falaram, de que não sabiam que havia alguém sendo arrastado, existe o relato de várias testemunhas, que gritavam pelas ruas, ou mesmo seguiam o carro, buzinando, acenando, piscando o farol, querendo que eles parassem, mas não o fizeram, a não ser para fugir, quando viram que a situação ficou complicada.</p>
<p>Pois bem. Felizmente, pouco tempo depois, os 5 foram presos, mas, infelizmente, um deles era menor de idade, e, portanto, mesmo tendo 16 anos, mesmo com total discernimento dos atos que praticou, foi &#8220;punido&#8221; apenas com uma medida sócio-educativa. Lindo. Para verem o absurdo dessa verdadeira mãe para que delinquentes juvenis cometam crimes, sentindo-se totalmente impunes, dois dos 5 bandidos ficaram responsáveis por dar cobertura ao ato, enquanto esse menor entrou no carro, e ficou no banco de trás, o justo lugar onde João Hélio estava. Os dois que deram cobertura, foram condenados a 39 anos de prisão, enquanto o nosso pobre e inocente rapaz de 16 anos, obteve a chance de ser ressocializado, como se o crime que ele cometeu, por vontade, e com consciência plena dos atos, fosse diferente do cometido pelos outros bandidos. Como se um par de anos fosse o suficiente para transformar um crime em outro. Será que nenhum jurista, nem o Congresso Nacional dessa merda de país, enxergam como isso é contraditório? É tão difícil assim de perceber como não faz nenhum sentido colocar o cada vez menos importante e relevante marco etário, como suficiente para mitigar a culpabilidade?</p>
<p>E, chamo de merda de país, por vários motivos. Não sou um ufanista sem causa, que penso que tenho que amar o Brasil acima de tudo, e fechar os olhos para toda a podridão que há aqui, muitos deles com o falacioso discurso de que &#8220;somos abençoados pela natureza, pois, veja só, não temos furacões, tufões, tsunamis nem terromotos aqui&#8221;, ou de que &#8220;somos um povo feliz, hospitaleiro, camarada&#8221;, ou ainda, o pior de todos, de que &#8220;Deus é brasileiro&#8221;. O Brasil é um país de merda, e eu afirmo isso categoricamente, não para querer ser o diferente, ou por ser influenciado por pensamentos culturais externos. Não, nada disso. Eu queria muito poder sentir orgulho verdadeiro do país onde nasci, até porque isso não foi uma escolha minha. Mas, torna-se impossível, vendo as coisas que aqui acontecem, e comparando com o mundo civilizado. Queria morar em um país, onde, um governador de estado, ao ser pego traindo a esposa com prostitutas, mesmo isso não tendo nenhuma relação com a atuação política dele, pelo simples fato de manchar a moral do sujeito, que deve ser completamente ilibada, devido ao cargo que ocupa, renunciasse ao posto de poder. Mas, querer isso é sonhar demais. Eu tenho plena noção disso.</p>
<p>Porém, quando eu já acho que tudo de ruim que podia ter acontecido, já aconteceu, surge uma notícia como a do começo do post. Concordo que ameaçar a família de um criminoso não faz sentido, pois, normalmente, ninguém cria um filho para ele se tornar um bandido que roube galinhas, muito menos para ele cometer um ato de tão vilanesca crueldade. Mas, se já era absurdo incluir esse marginal, hoje já maior de idade, no Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (vejam, como o Brasil é um país que tem um gosto pela contradição. O cara que hoje tem 18 ou 19 anos, pela lei não é considerado mais um adolescente, mas para o governo, pode ter o benefício de pertencer ao programa que os protege), já que foi ele quem se colocou na condição de ser sujeito dessas ameaças, ao escolher roubar e matar, ainda me surge uma ONG de Direitos Humanos, entidades que são alvos do meu mais profundo asco e desprezo, já que defendem apenas aqueles que cometem os crimes, e NUNCA as vítimas, fornecendo ao maldito bandido, e a toda família, a oportunidade de viver na Suíça, com casa, nova identidade, e todo o auxílio para ter uma vida que ele nunca sonharia em ter no Brasil, mesmo que não tivesse matado ninguém.</p>
<p>Então, vamos recapitular. Você tem 16 anos, resolve participar de um assalto simples, roubar um carro e fazer uma graninha, talvez para comprar droga, talvez para poder comprar uma roupa nova pra ir ao baile funk. Ao cometer o roubo, você deixa uma criança presa pelo cinto de segurança, e a arrasta por 7 km, mesmo com uma enormidade de gente te avisando que tem uma criança sendo arrastada pelo chão, afinal, um bom bandido não pode ser preso. Você, ao fim dessa corrida assassina, abandona o carro e a criança, totalmente dilacerada, que terá que ser enterrada pelos pais, aos 6 anos de idade, que eu imagino ser a pior dor da vida, ter que se despedir eternamente de um filho, principalmente de um jeito tão violento e abrupto, provavelmente com o caixão fechado, tamanha a destruição que causaram ao corpo dele, e vai ter, pelo resto da vida, essa memória excruciantemente danosa povoando sua mente, seus pensamentos, além de passar a pensar em todos os &#8220;se&#8221; possíveis, já que o futuro do seu filho nunca vai se tornar realidade. Após abandonar o carro, você foge, depois é preso, e, por ter menos idade do que algum gênio decidiu ser o bastante para excluir sua culpabilidade, recebe apenas uma medida sócio-educativa, que em outras palavras, significa que você pode matar o quanto quiser, até fazer 18 anos, que o máximo que vai acontecer é você ter que passar 3 anos com outros caras de idades semelhantes à sua, dormindo, comendo e jogando bola de graça, sem fazer nada de útil para ninguém, sem restituir, ao menos financeiramente, os danos que causou, além de ter acompanhamento médico, psicológico, nutricional, e etc, de graça (de graça para o bandido, não para a sociedade, que fique claro), e que depois desses anos de mordomia, estará livre. Não sendo o bastante, por você ter cometido um crime tão vilipendioso, que os próprios bandidos têm nojo e ódio de você, ao ponto de quererem te matar, você ingressa no Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente, mesmo já sendo maior de idade, para que ninguém faça nada contra sua vida. E, se isso ainda não foi o suficiente, surge uma ONG de defesa dos Direitos Humanos, que para mim não passam de uma grande creche de bandidos, e te oferece a oportunidade de ir viver, com toda sua família, com garantia de casa e nova identidade, na Suíça. Ou seja, você mata uma criança, e ganha tudo isso. Nem o Programa do Gugu é tão generoso.</p>
<p>E para a família do menino que morreu? Será que alguma ONG ofereceu casa e nova identidade na Suíça? Será que o governo ofereceu todas as benesses que nosso pobre menor infrator recebeu enquanto estava preso? Será que essa ONG &#8220;Projeto Legal&#8221; faria o mesmo pela familía do João Hélio? Duvido muito.</p>
<p>E o que mais me revolta nisso tudo, é ver como a lei e as entidades governamentais são condecendentes com os criminosos, mesmo quando eles cometem as piores atrocidades possíveis, coisas que nem um oficial nazista teria estômago de fazer. Como estudante de Direito que sou, toda essa situação me causa uma repulsa indescritível, e o pior: causa uma total descrença no sistema jurídico brasileiro, que será o meu objeto de trabalho. Não tem motivação que resista ao ver o ideal mais básico de justiça, proposto por Aristóteles, de tratar os iguais como os iguais, e os desiguais como desiguais, na medida que se desigualam, ser cuspido, pisado e rasgado por quem deveria o estar defendendo. Para finalizar, como disse, eu sou estudante de Direito. Nunca matei ninguém, nunca roubei nem uma bala na padaria. Mas, duvido que uma ONG se dispusesse a me oferecer uma casa na Suíça, para eu ter a oportunidade de fazer um Mestrado. Porém, acho que se eu sair na rua, roubar um carro e arrastar uma criança por quilômetros, isso fica mais possível de ocorrer, não acham?</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/naosoutroo.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/naosoutroo.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/naosoutroo.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/naosoutroo.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/naosoutroo.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/naosoutroo.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/naosoutroo.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/naosoutroo.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/naosoutroo.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/naosoutroo.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/naosoutroo.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/naosoutroo.wordpress.com/203/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/naosoutroo.wordpress.com/203/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/naosoutroo.wordpress.com/203/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=203&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Prêmio Contigo do Metal &#8211; 2009</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 21:11:27 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mais um ano chegando ao final. Depois de 364 dias, de coisas boas, coisas ótimas, coisas ruins, e coisas terríveis, chegamos ao dia 365, com muita gente fazendo promessas, pensando que tudo vai mudar no ano vindouro, como se mudar um ano fosse algo além de virar uma folha no calendário, elaborado por comedores de criancinhas, e promulgado pelo chefe dos comedores (cujo nome não é Victor, antes que pensem o contrário), o que não passa de uma invenção humana para contar e manusear o tempo, sem nenhum efeito real sobre este, já que os homens são os seres mais fracos ante as intempéries nexo-tempo-espirituais&#8221;. (Trecho retirado de um livro de filosofia da Hungria.)  De qualquer modo, o último dia do ano pode ser motor de coisas interessantes, como listas de melhor do ano. Melhor jogador de críquete, melhor ator pornô de filmes de zoofilia, melhor homicídio do ano, melhor corte de cabelo entre os esquimós, e, nesse caso, melhores álbuns de metal do ano de 2009. Por este motivo, decidi fazer um pequeno post listando os 10 melhores álbuns do ano que tá acabando, e assim, tentar inserir um pouco de bom gosto musical nesses incautos que leem meu blog.  Então, vamos aos trabalhos:</p>
<p>.</p>
<h2>10º lugar &#8211; The Project Hate MCMXCIX &#8211; The Lustrate Process</h2>
<h3>Ficha Técnica:</p>
<div id="attachment_187" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/the-lustrate-process1.jpg"><img class="size-full wp-image-187" title="The Lustrate Process" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/the-lustrate-process1.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">The Lustrate Process</p></div></h3>
<p><em>1.	&#8220;Descend Into the Eternal Pits of Possession&#8221;  	12:55 </em></p>
<p><em>2.	&#8220;You Come to Me Through Hell&#8221;  	8:55 </em></p>
<p><em>3.	&#8220;See the Filth Become Flames in This Furnace&#8221;  	8:20 </em></p>
<p><em>4.	&#8220;Our Wrath Will Rain Down from the Sky&#8221;  	8:36</em></p>
<p><em> 5.	&#8220;The Locust Principles&#8221;  	9:09 </em></p>
<p><em>6.	&#8220;Arise to His World of Infamy&#8221;  	9:41</em></p>
<p><em> 7.	&#8220;The Burial of Gods&#8221; 7:01</em></p>
<p><em> </em> <em>.</em></p>
<p><em>.</em></p>
<p><em>.</em> <em> </em></p>
<p><em>.</em></p>
<p>Esse é o sexto álbum dessa banda, que inclusive foi a última a ser parte dos meus reviews. E é um álbum muito bom, quase tão bom quanto o &#8220;In Hora Mortis Nostrae&#8221;, principalmente por contar com a participação de muita gente famosa na noite, como Christian Älvestam, L.G Petrov e Martin Van Drunen, Johan Hegg, e mixagem de Dan Swanö. A fórmula é a mesma que fez o sucesso do álbum anterior: troca de vocais femininos, melódicos, com vocais guturais, graves, das profundezas malignas; instrumental impecável, mesmo com a troca de guitarrista e baterista, com relação ao álbum anterior, e a saída do baixista, e a mistura de death metal progressivo com música eletrônica.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/3aY5cOhrChw/2.jpg" alt="" /></a></span>  <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://depositfiles.com/en/files/y9m80sls5" target="_blank">Clique aqui.</a> Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;.</strong></span></p>
<p>.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong> .</strong></span></p>
<h2><span style="color:#000000;">9º lugar &#8211; Warbringer &#8211; Waking Into Nightmares</span><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></h2>
<h3><span style="color:#000000;">Ficha Técnica:</p>
<p><div id="attachment_188" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/warbringer_-_waking_into_nightmares.jpg"><img class="size-medium wp-image-188" title="Warbringer_-_Waking_into_Nightmares" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/warbringer_-_waking_into_nightmares.jpg?w=300&#038;h=299" alt="" width="300" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Waking Into Nightmares</p></div>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p></span></h3>
<p><em><span style="color:#000000;">1. Jackal &#8211; 3:09 </span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">2. Living In a Whirlwind &#8211; 3:21 </span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">3. Severed Reality &#8211; 3:59 </span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">4. Scorched Earth 3:44 </span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">5. Abandoned By Time &#8211; 4:21 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> </span></em> <em><span style="color:#000000;">6. Prey For Death &#8211; 4:46 </span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">7. Nightmare Anatomy &#8211; 4:02 </span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">8. Shadow From the Tomb &#8211; 4:07 </span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">9. Senseless Life &#8211; 4:57 </span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">10. Forgotten Dead &#8211; 4:03</span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">.</span></em> <em> </em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">. </span></em> <span style="color:#000000;">Uma banda da nova geração do Thrash Metal, que lançou seu primeiro álbum em 2008, e um ano depois, já lançou a sequência. Para muitos, isso poderia significar pressa, algo feito sem o cuidado necessário, mas, no caso do Warbringer, isso funcionou bem ao contrário, já que esse segundo disco é ainda melhor que o primeiro, o excelente &#8220;War Without End&#8221;, talvez por contar com a produção do sagazmente foda guitarrista e fundador do Exodus, Gary Holt. Mostrando o porquê de serem considerados uma das melhores bandas da nova geração, além da razão de terem contrato com a gravadora Century Media, esses californianos fazem um Thrash parecido com o estilo do já citado Exodus, mais direto, agressivo, rápido, com músicas de média duração. Se você gosta de Thrash, tem tudo pra gostar de Warbringer.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Masie_iGNYE/2.jpg" alt="" /></a></span> </span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://rapidshare.com/files/296309767/w_win_09_mediaportal.ru.rar" target="_blank">Clique aqui. </a> Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>. </strong></span></p>
<h2><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;">8º lugar &#8211; DevilDriver &#8211; Pray for Villains</span> </span></h2>
<h3><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;">Ficha Técnica:</span></p>
<div id="attachment_189" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/pray-for-villains.jpg"><img class="size-medium wp-image-189" title="Pray for Villains" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/pray-for-villains.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Pray for Villains</p></div>
<p></span></h3>
<p><em><span style="color:#000000;">1. Pray for Villains &#8211; 4:02 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">2. Pure Sincerity &#8211; 4:38 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">3.  Fate Stepped In &#8211; 5:10 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">4. Back With a Vengance &#8211; 3:42 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">5. I&#8217;ve Been Sober &#8211; 5:16 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">6. Resurrection Blvd. &#8211; 3:59 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">7. Forgiveness Is a Six Gun &#8211; 4:42 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">8. Waiting for November &#8211; 5:07 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">9. It&#8217;s in the Cards &#8211; 4:25 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">10. Another Night in London &#8211; 3:05 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">11. Bitter Pill &#8211; 4:25 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">12. Teach Me to Whisper &#8211; 4:01</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 13. I See Belief &#8211; 3:55</span></em><em><span style="color:#000000;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">. </span></em></p>
<h3><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></h3>
<p><em> </em>Eu conheço o Dez Fafara, vocalista e &#8220;dono&#8221; da banda, desde quando ele ainda era poser, e tocava New Metal com o Coal Chamber (que por sinal eu gostava bastante). Mas, desde 2004, ele resolveu mudar de ares e de sons, por estar cansado de tocar as coisas que o Coal Chamber fazia, e decidiu passar uma temporada num mosteiro em Svartalfheim, na Noruega, para completar seu rito de tr00zificação. Após isso, ele criou o DevilDriver, uma banda de Groove/Melodic Death Metal, bem melhor que sua antecessora, que lança álbuns progressivamente bons, desde o primeiro, self-titled. E, com esse Pray for Villains, lançado pela Roadrunner, conseguiram o melhor trabalho da carreira, chegando ao equilíbrio entre as passagens pesadas, e as mais melódicas, além de conseguirem a maior qualidade no que se refere a criar riffs, e músicas, memoráveis.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/oAmdBJ1Yohw/2.jpg" alt="" /></a></span>   <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://rapidshare.com/files/242410236/ddrv-09-pfv.by.akhylys.rar" target="_blank">Clique aqui. </a> Caso peça senha, ela é &#8220;bunalti.com&#8221;.</strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>.</strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>. </strong></span></p>
<h2><span style="color:#000000;">7º lugar &#8211; Evile &#8211; Infected Nations</span><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></h2>
<h3><span style="color:#000000;">Ficha Técnica:</span><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span><span style="color:#ff0000;"></p>
<p><div id="attachment_190" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/evile-infected-nations.jpg"><img class="size-full wp-image-190" title="Evile-Infected-Nations" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/evile-infected-nations.jpg?w=300&#038;h=290" alt="" width="300" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">Infected Nations</p></div>
<p></span></h3>
<p><span style="color:#000000;"><em>1.	&#8220;Infected Nation&#8221;  	5:33 </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>2.	&#8220;Now Demolition&#8221;  	5:46</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> 3.	&#8220;Nosophoros&#8221;  	5:29</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> 4.	&#8220;Genocide&#8221;  	7:42</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> 5.	&#8220;Plague to End All Plagues&#8221;  	5:55</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> 6.	&#8220;Devoid of Thought&#8221;  	5:37 </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>7.	&#8220;Time No More&#8221;  	4:00 </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>8.	&#8220;Metamorphosis&#8221;  	7:40</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> 9.	&#8220;Hundred Wrathful Deities&#8221; (Instrumental)	11:14</em></span> <span style="color:#000000;"><em>.</em></span> <span style="color:#000000;"><em> </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>.</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> </em></span> <span style="color:#000000;"><em>.</em></span> <span style="color:#000000;"><em> </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;">Indiscutivelmente, esses britânicos são a melhor banda de Thrash da nova geração.</span><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;">Em 2007, com produção do lendário dinamarquês Flemming Rasmussen, que produziu os 3 melhores álbuns do Metallica, o Evile lançou o fantástico álbum &#8220;Enter the Grave&#8221;, o que já foi o bastante para eu e boa parte da crítica especializada considerá-los essa tal melhor banda da nova geração. E, com o lançamento do &#8220;Infected Nations&#8221;, esse ano, eles consolidaram, de fato, seus nomes na cena metaleira mundial, mostrando uma qualidade incrível em suas composições, e, criando uma esperança para que tenhámos bandas marcantes para as gerações futuras, o que está em falta. Tocando Thrash num estilo que possui semelhanças, mas não cópia, de suas principais influências, que são Exodus, Metallica, Testament e Slayer, além de bandas de Death Metal, como Obituary e Death, o Evile conseguiu melhorar o que já era praticamente perfeito, lançando uma obra para ficar marcada como uma das melhores do Thrash, nos últimos tempos. Diferente do primeiro álbum, esse &#8220;Infected Nations&#8221; é mais progressivo, assemelhando-se com o &#8220;&#8230;And Justice for All&#8221;, com músicas longas, intricadas, cheias de riffs e solos memoráveis, e com o vocal muito bom de Matt Drake. Infelizmente, em Outubro desse ano, o baixista da banda, Mike Alexander, morreu na turnê do novo álbum, devido a uma embolia pulmonar. Mas, mostrando uma força comparável ao de seus ídolos do Metallica, os caras do Evile já escolheram um novo baixista, John Graham, e vão continuar a turnê, no próximo ano.</span></span> <span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Cwy7SqmIgi0/2.jpg" alt="" /></a></span> </span></span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://depositfiles.com/en/files/m4h2d46ch" target="_blank">Clique aqui. </a> Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>.</strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>. </strong></span></p>
<h2><span style="color:#000000;">6º lugar &#8211; Artillery &#8211; When Death Comes</span></h2>
<h3><span style="color:#000000;">Ficha Técnica:</p>
<div id="attachment_191" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/artillery-whendeathcomes2.jpg"><img class="size-full wp-image-191" title="Artillery-whendeathcomes2" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/artillery-whendeathcomes2.jpg?w=300&#038;h=270" alt="" width="300" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">When Death Comes</p></div>
<p></span></h3>
<p><em><span style="color:#000000;">1.	When Death Comes	05:56 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">2.	Upon My Cross I Crawl	05:28</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 3.	10.000 Devils	05:22 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">4.	Rise Above It All	05:32 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">5.	Sandbox Philosophy	04:44</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 6.	Delusions Of Grandeur	05:10 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">7.	Not A Nightmare	05:30 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">8.	Damned Religion	05:10 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">9.	Uniform	05:00</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 10.	The End	05:22</span></em><em><span style="color:#000000;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">. </span></em></p>
<p><span style="color:#000000;">Conheço o Artillery tem um bom tempo, mas, infelizmente, não tinha algo recente deles para ouvir, até o lançamento desse álbum. Depois do magnífico &#8220;By Inheritance&#8221;, lançado em 1990, um dos melhores álbuns de Technical Thrash Metal da história,  eles ficaram 9 anos sem gravar nada novo, até que fizeram o disco &#8220;B.A.C.K&#8221;, que foi bom, apenas isso, e sumiram no mapa, novamente. Mas, eis que surge a notícia de que eles estavam de volta ao estúdio, gravando, e com uma mudança no lineup: saiu o vocalista de longa data, Flemming Rönsdorf, que tinha uma voz que seria bem adequada para cantar power metal, e entrou Soren Nico Adamsen, que, embora também tenha um vocal melódico, é bem mais grave (e melhor), que o de seu antecessor. E, como o resto da banda foi mantido, os mesmo integrantes que sempre fizeram coisa boa, principalmente os irmãos Stützer, guitarristas e mentores da banda, eu tinha certeza que algo muito bom seria feito. E, essa certeza não foi só confirmada, como ampliada, já que foi lançado um disco melhor do que eu esperava. Excelentes músicas, excelentes composições, excelentes riffs, excelente vocal, excelente bateria, excelente baixo, excelente letras, excelente mixagem, excelente capa. Uma ode à excelência.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/kz_CQAN1Ezk/2.jpg" alt="" /></a></span> </span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://depositfiles.com/en/files/961eivyov" target="_blank">Clique aqui. </a> Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>. </strong></span></p>
<h2><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;">5º lugar &#8211; Scar Symmetry &#8211; Dark Matter Dimensions</span> </span></h2>
<h3><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;">Ficha Técnica:</span></p>
<div id="attachment_192" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/scarsymmetry_darkmatterdimensions_300.jpg"><img class="size-full wp-image-192" title="ScarSymmetry_DarkMatterDimensions_300" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/scarsymmetry_darkmatterdimensions_300.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Dark Matter Dimensions</p></div>
<p></span></h3>
<p><em><span style="color:#000000;">1. &#8220;The Iconoclast&#8221; – 5:07</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 2. &#8220;The Consciousness Eaters&#8221; – 4:42 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">3. &#8220;Noumenon and Phenomenon&#8221; – 4:13</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 4. &#8220;Ascension Chamber&#8221; – 3:48</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 5. &#8220;Mechanical Soul Cybernetics&#8221; – 3:27 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">6. &#8220;Non-Human Era&#8221; – 4:45</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 7. &#8220;Dark Matter Dimensions&#8221; – 4:12 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">8. &#8220;Sculptor Void&#8221; – 5:23 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">9. &#8220;A Parenthesis in Eternity&#8221; – 4:43 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">10. &#8220;Frequencyshifter&#8221; – 3:15 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">11. &#8220;Radiant Strain&#8221; – 4:15</span></em> <span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">. </span></p>
<p>Eu conheci essa banda no ano passado, por intermédio de um amigo do Camboja, que foi sequestrado enquanto trabalhava na fazenda de arroz da sua família, na cidade de Phnom Penh, e veio para o Brasil, para ser contínuo. Assim que ouvi o primeiro CD deles que conheci, o &#8220;Holographic Universe&#8221;, lançado ano passado, foi amor à primeira vista, já o considerando um dos melhores de 2008, e colocando essa banda como uma das melhores descobertas dos últimos tempos. Mas, infelizmente, junto disso, veio a descoberta de que o então vocalista, Christian Älvestam, dono de uma das melhores vozes do metal atual, que canta em 276 bandas, e era um dos grandes responsáveis por eu gostar tanto da banda, resolveu sair dela, e seguir com outros projetos. Para seu lugar, numa tentativa de manter o estilo vocal da banda, de guturais e vocais melódicos, dois vocalistas foram contratados: Roberth Karlsson, para o gutural principal, e Lars Palmqvist, para o vocal limpo principal, enquanto ambos desempenham a função inversa, no backing vocal. Confesso que fiquei apreensivo, quando soube disso, especulando que uma excelente banda, que tinha acabado de conhecer, já ia &#8220;acabar&#8221;. Porém, graças a Odin, não tive que chorar lágrimas de sangue ao ouvir esse &#8220;Dark Matter Dimensions&#8221;, pois se trata de um excelente álbum, e os novos cantores, mesmo não sendo tão bons quanto Christian, fizeram um excelente trabalho. Um magnífico trabalho, de uma das minhas bandas preferidas, não apenas de Melodic Death Metal, como de todos os estilos.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/V_um_jBEspM/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Download do álbum: <a href="http://depositfiles.com/en/files/v302m3a8g" target="_blank">Clique aqui. </a> Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">. </span></strong></p>
<h2><span style="color:#000000;">4º lugar &#8211; Megadeth &#8211; Endgame</span><strong><span style="color:#ff0000;"> </span></strong></h2>
<h3><span style="color:#000000;">Ficha Técnica:</span><strong><span style="color:#ff0000;"></p>
<div id="attachment_193" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/endgame.jpg"><img class="size-full wp-image-193" title="Endgame" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/endgame.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Endgame</p></div>
<p></span></strong></h3>
<p><span style="color:#000000;"><em>1.	&#8220;Dialectic Chaos&#8221;  	Dave Mustaine	2:24 </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>2.	&#8220;This Day We Fight!&#8221;  	Mustaine	3:31 </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>3.	&#8220;44 Minutes&#8221;  	Mustaine	4:37</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> 4.	&#8220;1,320&#8242;&#8221;  	Mustaine	3:51</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> 5.	&#8220;Bite the Hand&#8221;  	Mustaine	4:01 </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>6.	&#8220;Bodies&#8221;  	Mustaine	3:34</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> 7.	&#8220;Endgame&#8221;  	Mustaine	5:52 </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>8.	&#8220;The Hardest Part of Letting Go&#8230;Sealed With a Kiss&#8221;  	Mustaine, Chris Broderick	4:42</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em> 9.	&#8220;Head Crusher&#8221;  	Mustaine, Shawn Drover	3:26 </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>10.	&#8220;How the Story Ends&#8221;  	Mustaine	4:27 </em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>11.	&#8220;The Right to Go Insane&#8221;  	Mustaine	4:20</em></span></p>
<p>.</p>
<p>Patodeth. Uma banda com a carreira tão polêmica quanto extensa, e maravilhosamente boa, na maior parte do tempo. Depois de tantas idas e vindas, trocas de integrantes, mudança de estilo musical, volta ao estilo consagrado, e depois do ótimo &#8220;United Abominations&#8221;, lançado em 2007, Mustaine não sossegou seu rabo de Pato Donald, e, mais uma vez, trocou o outro guitarrista, dessa vez, saindo Glen Drover, que tocou em apenas um álbum, e entrando o gigante, em tamanho e habilidade, Chris Broderick, que eu conheci quando tocou com o Nevermore, na turnê do disco &#8220;This Godless Endeavor&#8221;, troca esta que fez um bem danado para a música do Megadeth, que conseguiu, assim, criar uma obra que merece ser listada em conjunto com os clássicos da primeira metade da carreira da banda. São riffs, maravilhosos riffs, solos em profusão (para meu amigo cambojano, solos até demais), uma boa performance vocal do Mustaine, levando em consideração que o vocal dele é uma merda de ganso, as habituais letras polêmicas do Megadeth, falando de política, majoritariamente. Um dos melhores álbuns da década.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/acsc6ZVd3cM/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://hotfile.com/dl/15893371/f104c28/Megadeth_-_Endgame_(2009)_Japan.rar.html" target="_blank">Clique aqui.</a> Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>.</strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>. </strong></span></p>
<h2><span style="color:#000000;">3º lugar &#8211; Hypocrisy &#8211; A Taste of Extreme Divinity</span><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></h2>
<h3><span style="color:#000000;">Ficha Técnica:</span><span style="color:#ff0000;"><strong></p>
<div id="attachment_194" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/hypocrisy_-_a_taste_of_extreme_divinity_artwork-300x300.jpg"><img class="size-full wp-image-194" title="Hypocrisy_-_A_Taste_Of_Extreme_Divinity_artwork-300x300" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/hypocrisy_-_a_taste_of_extreme_divinity_artwork-300x300.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A Taste of Extreme Divinity</p></div>
<p></strong></span></h3>
<p><em><span style="color:#000000;">1.	&#8220;Valley of the Damned&#8221;  	4:17 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">2.	&#8220;Hang Him High&#8221;  	4:35</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 3.	&#8220;Solar Empire&#8221;  	5:16 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">4.	&#8220;Weed out the Weak&#8221;  	3:50</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 5.	&#8220;No Tomorrow&#8221;  	4:16 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">6.	&#8220;Global Domination&#8221;  	5:15</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 7.	&#8220;Taste the Extreme Divinity&#8221;  	3:36 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">8.	&#8220;Alive&#8221;  	4:22 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">9.	&#8220;The Quest&#8221;  	5:31 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">10.	&#8220;Tamed (Filled With Fear)&#8221;  	4:39 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">11.	&#8220;Sky Is Falling Down&#8221;  	4:32</span></em> <em><span style="color:#000000;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">. </span></em></p>
<p><span style="color:#000000;">Mais uma banda que eu conheci há relativo pouco tempo, mas já figura entre as minhas favoritas. Na verdade, antes de conhecer a criatura, eu conheci o criador, Peter Tägtgren, músico e produtor muito famoso na Suécia, que cantou em um álbum do Bloodbath, banda que conheci nas minhas andanças pela internet, e disso, descobri sobre o magnífico Hypocrisy. Ouvi, baixei a discografia, ouvi mais ainda, e percebi que estava diante de uma banda fantástica, daquelas que sempre quero ouvir. E, para melhorar tudo, descobri que eles iam lançar um disco novo esse ano, o que aumentou minha felicidade. Eu só não imaginava que esse &#8220;A Taste of Extreme Divinity&#8221; seria tão bom quanto realmente é. Rotulado como Melodic Death Metal, classificação que eu concordo, devido às melodias características de guitarra, é um dos Melodeaths mais brutais que existem, com riffs muito pesados, tanto nas músicas mais grooveadas, quanto nas músicas mais &#8220;thrashy&#8221;, como a faixa de abertura, &#8220;Valley of the Damned&#8221;, que é a melhor do álbum, e uma das melhores que ouvi na vida. Fenomenal.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/unLeNOWyUKM/2.jpg" alt="" /></a></span> </span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://hotfile.com/dl/15412251/a825dd7/H-sy_-_ATof_ED.rar.html" target="_blank">Clique aqui.</a> Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;.</strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong>. </strong></span></p>
<h2><span style="color:#000000;">2º lugar &#8211; Slayer &#8211; World Painted Blood</span><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></h2>
<h3><span style="color:#000000;">Ficha Técnica:</span><span style="color:#ff0000;"><strong></p>
<div id="attachment_195" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/world-painted-blood.jpg"><img class="size-full wp-image-195" title="world-painted-blood" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/world-painted-blood.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">World Painted Blood</p></div>
<p></strong></span></h3>
<p><em><span style="color:#000000;">1.	&#8220;World Painted Blood&#8221;  	Tom Araya, Jeff Hanneman	 5:53</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 2.	&#8220;Unit 731&#8243;  	Hanneman	Hanneman	2:40 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">3.	&#8220;Snuff&#8221;  	Kerry King	King	3:42 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">4.	&#8220;Beauty Through Order&#8221;  	Araya, Hanneman	Hanneman	4:37 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">5.	&#8220;Hate Worldwide&#8221;  	King	King	2:52</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 6.	&#8220;Public Display of Dismemberment&#8221;  	King	King	2:35</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 7.	&#8220;Human Strain&#8221;  	Araya, Hanneman	Hanneman	3:09 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">8.	&#8220;Americon&#8221;  	King	King	3:23 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">9.	&#8220;Psychopathy Red&#8221;  	Hanneman	Hanneman	2:26 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">10.	&#8220;Playing With Dolls&#8221;  	Hanneman, King, Araya	 4:14 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">11.	&#8220;Not of This God&#8221;  	King	King	4:20</span></em> <em><span style="color:#000000;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">. </span></em></p>
<p>Essas duas primeiras posições do meu &#8220;ranking&#8221; foram bem difíceis pra escolher. Eu ia colocar Slayer como primeiro colocado, mas, resolvi ser honesto comigo mesmo e, embora o World Painted Blood tenha ficado extremamente bom, e Slayer seja a minha banda preferida, ele não foi o melhor desse ano. Essa é a verdade. Mas, isso não é nenhum demérito para esses quatro rapazes angelicais, já que o primeiro colocado foi um álbum verdadeiramente destruidor, que merece, e muito, a sua posição. Falando do World Painted Blood, foi a sequência para o &#8220;trabalho&#8221; iniciado com o &#8220;Christ Illusion&#8221;, de 2006, que contava, depois de muito tempo, com a formação original novamente reunida, o genial Dave Lombardo voltando às baquetas, e mostrando, como sempre fez, porque é o melhor baterista de metal de todos os tempos. Mas, enquanto o &#8220;Christ Illusion&#8221; remontava à época mais &#8220;tr00&#8243; do Slayer, com menos melodia e mais destruição, o &#8220;World Painted Blood&#8221; seguiu um outro caminho, digamos que equivalendo a melodia com a destruição, de forma semelhante ao que ocorreu no clássico &#8220;Seasons in the Abyss&#8221;. Obviamente, você deve entender a palavra &#8220;melodia&#8221; no conceito do que ela significa para o Slayer, que é ser algo &#8220;não-totalmente-tora-xoxotas-mas-que-vai-fazer-você-bangear-até-que-esteja-saindo-sangue-pelos-seus-ouvidos-enquanto-você-recita-um-cântico-aos-Aesir&#8221;. Por isso, embora mais melódico que seu antecessor, você pode esperar um típico álbum do Slayer, mais um disco de extrema qualidade, continuando a longa, magistral e impecável carreira desses adoradores do pé preto.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/eA1Ff9zSMCk/2.jpg" alt="" /></a></span>  <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://depositfiles.com/en/files/0313d5zex" target="_blank">Clique aqui. </a> Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>.</strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>. </strong></span></p>
<h2><span style="color:#000000;">1º lugar &#8211; Kreator &#8211; Hordes of Chaos</span><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></h2>
<h3><span style="color:#000000;">Ficha Técnica:</span><span style="color:#ff0000;"><strong></p>
<p><div id="attachment_196" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/hordes-of-chaos.jpg"><img class="size-full wp-image-196" title="Hordes of Chaos" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/hordes-of-chaos.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Hordes of Chaos</p></div>
<p></strong></span></h3>
<p><em><span style="color:#000000;">1.	&#8220;Hordes of Chaos (A Necrologue for the Elite)&#8221;  	5:04 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">2.	&#8220;Warcurse&#8221;  	4:10 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">3.	&#8220;Escalation&#8221;  	3:24 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">4.	&#8220;Amok Run&#8221;  	4:12</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> 5.	&#8220;Destroy What Destroys You&#8221;  	3:13 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">6.	&#8220;Radical Resistance&#8221;  	4:43 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">7.	&#8220;Absolute Misanthropy&#8221;  	3:37 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">8.	&#8220;To the Afterburn&#8221;  	4:53 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">9.	&#8220;Corpses of Liberty&#8221;  	0:55 </span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">10.	&#8220;Demon Prince&#8221;  	5:16</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">.</span></em> <em> </em></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span>Para a surpresa de alguns que vão ler esse meu post, ou de todos, talvez, é do Kreator o meu álbum preferido do ano de 2009. Surpresa não por causa da banda, que é figurinha fácil entre as minhas preferidas, mas pelo fato de eu ser um &#8220;Slayer-whore&#8221;, e tê-los colocado como vice-campeões do ano. Fiz isso com muito pesar no coração, mas esses alemães (e um filandês), merecem, e merecem demais, estarem no topo do ano. Curiosamente, de todos os álbuns dessa lista, aliás, de todos os álbuns lançados em 2009, esse foi o primeiro que eu ouvi, já que vazou ainda no final de 2008, na internet. Mas, como o lançamento oficial foi no começo desse ano, ele é um disco de 2009. E que disco maravilhoso, é este. Depois de épocas turbulentas, onde o Kreator andou flertando com estilos bastante heterodoxos, a partir de 2001, com o lançamento do &#8220;Violent Revolution&#8221;, e mais ainda, em 2005, com o &#8220;Enemy of God&#8221;, meu disco favorito deles, o Kreator voltou aos trilhos dantes navegados, do Thrash caracteristicamente teutônico, pesado, rápido, agressivo, brutal, mas com o aditivo da melodia, que foi mais utilizada por eles na década de 90, com os tais heterodoxismos. Porém, para o &#8220;Hordes of Chaos&#8221;, essa melodia foi praticamente toda deixada de lado, voltando apenas com a agressividade que remonta aos tempos do soberbo &#8220;Extreme Aggression&#8221;, aquele Thrash que corta sua gargante, te pendura de cabeça pra baixo num gancho de prender porco no açougue, e te faz sangrar até a morte. Um dos melhores registros da carreira do Kreator, e do Thrash Metal de todos os tempos.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/12/31/premio-contigo-do-metal-2009/"><img src="http://img.youtube.com/vi/SPp-PcEqfGc/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Download do álbum: <a href="http://rapidshare.com/files/184509490/criatar-xaoc.xordov_mediaportal.ru.rar" target="_blank">Clique aqui.</a> Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>.</strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span> <span style="color:#000000;">Bem, então é isso tudo, amiguinhos. Um 2010 cheio de escuridão em vossos corações, e até o ano que vem.</span><span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong> </strong></span> <span style="color:#ff0000;"><strong></p>
<div id="attachment_197" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/thats-all-folks.jpg"><img class="size-full wp-image-197" title="That's All, Folks" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/12/thats-all-folks.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Presuntinho já ficou pendurado no açougue. Depois disso, ele virou o Evil Pig from Carpathian Forests of Death.</p></div>
<p><span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<p></strong></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/naosoutroo.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/naosoutroo.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/naosoutroo.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/naosoutroo.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/naosoutroo.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/naosoutroo.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/naosoutroo.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/naosoutroo.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/naosoutroo.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/naosoutroo.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/naosoutroo.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/naosoutroo.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/naosoutroo.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/naosoutroo.wordpress.com/185/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=185&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Projeto algum número em romano, que não sei qual é</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 02:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naosoutroo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Project Hate MCMXCIX]]></category>
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		<category><![CDATA[Valáquia Ocidental]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá senhoras, senhores, Victo&#8230;, ops, pessoas de todas as orientações sexuais. Cá estou eu novamente, para transmitir aos meus 30 leitores diários em média, que visitam meu maravilhoso blog, mais um pouco do meu conhecimento musical (sério, eu não sei como 30 pessoas visitam isso aqui, todo dia. O blog é meu, e nem eu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=175&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá senhoras, senhores, Victo&#8230;, ops, pessoas de todas as orientações sexuais. Cá estou eu novamente, para transmitir aos meus 30 leitores diários em média, que visitam meu maravilhoso blog, mais um pouco do meu conhecimento musical (sério, eu não sei como 30 pessoas visitam isso aqui, todo dia. O blog é meu, e nem eu faço isso. Agora, obviamente vocês não leem as coisas que eu posto, e, se leem, não comentam, né? Tá bom de isso mudar. Comentem aí, eu gosto, e respondo todo mundo.). Hoje, eu ia escrever sobre uma outra banda, que é relativamente mais conhecida do que a que falarei agora, além de ser uma de minhas bandas preferidas, no geral, o que tiraria o propósito da minha coluna &#8220;Conhece o Mário?&#8221;, onde eu tento falar sobre bandas menos conhecidas da galera Rédbenz. Mas, pretendo falar dessa banda preterida, num futuro próximo, já que ela é fantástica, e merece o meu parecer. Por hora, contentem-se com a outra banda sobre a qual eu falarei, já que ela também é fantástica, e com uma proposta sonora <strong>MUITO </strong>interessante , que, sem dúvida, merece atenção.</p>
<p>Como muitos de vocês sabem, eu tenho verdadeira ojeriza com relação a duas coisas: vocais femininos, no metal, e tecladinhos, ou inserções eletrônicas. Mais com relação ao primeiro, do que em relação ao segundo. E, não precisa que o vocal seja notadamente feminino, agudo, sem &#8220;força&#8221;. Basta que seja uma mulher cantando, gritando, urrando, guturalizando, o que quer que seja, eu acho odiável e horroroso, e não é por puro preconceito, já que tenho minhas razões para isso. É abominável. Nojento. Pútrido. Ignominioso. Aviltante. (Encaixe aqui os adjetivos de rejeição que mais os aprouver. Grato.) Mas, exceções existem, e essa banda é uma delas. A banda, no caso, é a Project Hate MCMXCIX (para os iletrados na numeração romana, o tio vai ensinar: I = 1, V = 5, X = 10, L = 50, C = 100, D = 500, M = 1000. E, quando você quer falar do numeral anterior às dezenas ou centenas, você coloca a letra correspondente ao numeral imediatamente inferior, na escala (isso também vale para o 5), por exemplo: IV = 4, IX = 9, XL = 40, XC = 90 e por aí vai. No nosso caso, MCMXCIX = 1999). A banda foi formada em 1998 por Lord K (Kenth Philipson) (Aliás, ridículo isso, de se auto-intitular &#8220;Lord&#8221; de alguma coisa, mas, tudo bem&#8230;), que já participou de uma enormidade de projetos (mais notadamente, tocando baixo e guitarra em algumas turnês com o Dark Funeral, e da God Among Insects, banda de Death Metal, que conta com os vocais de Emperor Magus Caligula (/rialto), do Dark Funeral), e era e ainda é, responsável pela maior parte do instrumental e das ideias musicais da banda, e pelo vocalista Jörgen Sandström, que cantou nos 3 primeiros álbuns da seminal banda de Death Metal da Suécia, Grave, além de ter tocado baixo por 9 anos na outra seminal banda de Death Metal da Suécia, Entombed. A partir do segundo registro oficial da banda, ela passou a contar com a vocalista Mia Stahl, que, depois de dois álbuns, foi substituída (felizmente), pela atual vocalista, Jonna Enckell. Fato este que deveria contribuir para eu odiar a banda, certo? Se você disse que sim, lamento informar que você falhou miseravelmente. Por mais incrível que seja, incrível até mesmo para mim, eu adorei a banda, justamente pelo fato dela contar com essa vocalista, que tem uma voz belíssima, e uma capacidade interpretativa que me deixa impressionado, sempre que eu escuto. Obviamente, se ela cantasse todas as músicas, o tempo todo, eu acharia uma merda foda, mas, o contraponto que existe entre os vocais profundamente belos da moça, com os vocais profundamente (dessa vez com um sentido de profundezas do inferno, mesmo) encapetados, do mancebo Jörgen, dá uma dimensão incrível, diferenciada e cativante para as músicas do Project Hate, o que me faz gostar demais dessa banda. Muito embora, além de vocais femininos, eles usem tecladinhos, que, graças a Odin, não são aquela coisa fluorescente e nauseante, como em outras bandas, mesmo de metal extremo. Eles são usados com moderação, mais em partes instrumentais, que servem extremamente para criar um &#8220;ambiente&#8221; para a música. Mas, vamos deixar de lero-lero (até porque essa porra de texto tá ficando enorme), e seguir para o que interessa.</p>
<h2>The Project Hate MCMXCIX &#8211; In Hora Mortis Nostræ (2007)</p>
<div id="attachment_177" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/11/the-project-hate-in-hora-mortis-nostrae1.jpg"><img class="size-medium wp-image-177" title="The Project Hate - In Hora Mortis Nostrae" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/11/the-project-hate-in-hora-mortis-nostrae1.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">The Project Hate - In Hora Mortis Nostrae</p></div></h2>
<h3>Ficha Técnica:</h3>
<p><em>1.	Annihilation of All That is Holy	09:12 </em></p>
<p><em>2.	Crawling Through the Infinite Fields of Carnage	08:29 </em></p>
<p><em>3.	Serenades of Rotten Flesh	08:05 </em></p>
<p><em>4.	For Our Name is Chaos Eternal	09:22 </em></p>
<p><em>5.	Tear Down the Walls of Heaven	08:04 </em></p>
<p><em>6.	And Damnation Is Forced Upon the Weak	09:58 </em></p>
<p><em>7.	The Innocence of the Three-Faced Saviour	12:00</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse é o sexto álbum de inéditas (se contarmos a primeira gravação deles, do ano de 1998, que só foi lançada em 2003) dos suecos, o que demonstra uma capacidade profícua muito grande, já que são seis álbuns em 9 anos, além de uma criatividade para não se repetir, que é confirmada pelo sucesso de crítica e de público, que eles fazem. Os álbuns anteriores a este, especialmente depois da entrada da vocalista Jonna Enckell, são todos fantásticos, mas, é no &#8220;<strong>In Hora Mortis Nostrae&#8221; </strong>eles alcançam seu ápice (que, felizmente, teve seu legado muito bem continuado pelo excelente &#8220;The Lustrate Process&#8221;, lançado esse ano), tanto técnico, quanto de criatividade, e também no aspecto &#8220;viciante&#8221;, das músicas, já que todas elas são maravilhosas, diferentes entre si, e grudentas, com riffs, solos, partes vocais, trabalho de bateria, e até mesmo tecladinhos e inserções eletrônicas, que ficam na mente. Neste álbum, eles contam com, além dos três integrantes que já citei, o guitarrista Peter &#8220;Mazza&#8221; Freed, presente na banda desde 2002 (e que a deixou, posteriormente, ano passado), o baixista Michael Håkansson, presente na banda desde 2005 (e que a deixou, esse ano), e, pela primeira vez na história do Project Hate, com um baterista humano, já que em todos os outros discos até então, a bateria era eletronicamente programada pelo nosso nefasto Lord K, na figura de Daniel &#8220;Mojjo&#8221; Molainen, que também já foi substituído, mas, cuja presença foi um dos fatores para contribuir com esse ápice criativo e técnico, presente nesse álbum.</p>
<p>As faixas são longas, bem longas, flertando com as mais variadas vertentes do metal extremo, principalmente o Death Metal e o Industrial Metal. São composições com várias mudanças de andamento, estruturas mais &#8220;progressivas&#8221;, mas que retém, com primazia, os elementos mais característicos da banda, que são esses de Death e Industrial, que eu disse. O andamento das músicas é análogo ao de bandas de Death Metal que optam mais pelo lado grooveado, arrastado, do que pela semelhança com o Thrash Metal, embora tenha horas em que a bateria faz uma batida bem acelerada, com um uso incrível do pedal duplo. Os riffs são criativos, extremamente pesados, que harmoniosamente se integram com o vocal arrebatador e avassalador do Jörgen, que sem dúvida tem um dos melhores e mais cavernosos guturais que já tive o prazer de ouvir. É uma voz vinda das mais profundas profundezas dos vulcões gélidos no Nordeste da Valáquia Oriental, que é muito bem &#8220;contrariado&#8221;, como dito, pelo belíssimo vocal de Jonna, que possui uma das melhores vozes femininas que já ouvi, o que torna as músicas ora agressivas e surrantes, ora plácidas. Falando em profundezas infernais, nada mais natural do que o vocal ser assim, já que as letras de todas as músicas, não só desse álbum, como da carreira do Project Hate, tem cunho anti-religioso e principalmente anti-cristão, o que nos permite saborear poesias como: &#8220;He who claimed he was the truth, He, the helpless, useless fool, The son of a whore who died for you, For nothing&#8221; (Ele que clamava ser a verdade, Ele, o idiota inútil, sem ajuda, O filho de uma puta, que morreu por você, Para nada), na música <strong>Annihilation of All That Is Holy</strong>, ou &#8221; The time to sin is ours, The Nazarene will now go down, The martyr, retribution, Your Messiah’s execution!&#8221; (O tempo para pecar é nosso, O Nazareno agora vai cair, O mártir, retribuição, A execução do seu Messias!), na música <strong>Tear Down the Walls of Heaven</strong>. Como podem ver, algo de uma beleza e de uma docilidade incríveis.</p>
<p>Todas as músicas são recomendadíssimas, principalmente a <strong>Annihilation of All That Is Holy</strong> (minha preferida), <strong>Tear Down the Walls of Heaven</strong> e<strong> </strong><strong>And Damnation Is Forced Upon the Weak</strong><strong> </strong> num álbum cuja nota não pode ser menor do que 10, já que, além da sonoridade completamente incomum, sombria e embascante, ao mesmo tempo, ele me fez quebrar dois dogmas mais sagrados que a Santa Ceia, que eu tinha na minha vida, e foram literalmente estuprados, depois de conhecer esses caras. Recomendo que, quem gostar do que ouvir, baixe o álbum, e corra atrás da discografia, principalmente atrás do Lustrate Process, que é tão incrível quanto esse álbum que acabei de analisar, e conta com participações especiais de vários caras famosíssimos, na cena tr00-underground-para-os-fortes-de-coração da Suécia, como Christian Älvestam, L.G Petrov e Martin van Drunen, que não é da Suécia, mas é tr00-underground-forte-de-coração.</p>
<p>PS 1: Vídeos do Youtube:</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/11/27/projeto-algum-numero-em-romano-que-nao-sei-qual-e/"><img src="http://img.youtube.com/vi/iHrt_rFpdaU/2.jpg" alt="" /></a></span>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/11/27/projeto-algum-numero-em-romano-que-nao-sei-qual-e/"><img src="http://img.youtube.com/vi/07rx-LNsIL4/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">PS 2: Download do álbum: </span></strong><a href="http://rapidshare.com/files/157757796/The_Project_Hate_MCMXCIX_-_2007_-_In_Hora_Mortis_Nostrae_-_by_Skhrnykhsk_-_MusikFactory.rar" target="_blank"><strong><span style="color:#ff0000;">Clique aqui para baixar o álbum. </span></strong></a> <strong><span style="color:#ff0000;">Caso peça senha, ela é: &#8220;bunalti.com&#8221; </span></strong></p>
<p>Até a próxima, amiguinhos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/naosoutroo.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/naosoutroo.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/naosoutroo.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/naosoutroo.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/naosoutroo.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/naosoutroo.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/naosoutroo.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/naosoutroo.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/naosoutroo.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/naosoutroo.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/naosoutroo.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/naosoutroo.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/naosoutroo.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/naosoutroo.wordpress.com/175/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=175&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Esse é o meu Thrash Metal</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 01:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naosoutroo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Num milagre tão grande quanto o Mustaine deixar de ter voz de pato maluco, pela primeira vez na história (eu acho), escreverei dois dias seguidos, por aqui. Dando continuidade à &#8220;série&#8221; que comecei ontem, de indicar álbuns de bandas menos conhecidas, que não são minhas preferidas-amadas-lindas-cheirosas-cheias-de-graça de cada dia, mas, sim, são bandas que eu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=159&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num milagre tão grande quanto o Mustaine deixar de ter voz de pato maluco, pela primeira vez na história (eu acho), escreverei dois dias seguidos, por aqui. Dando continuidade à &#8220;série&#8221; que comecei ontem, de indicar álbuns de bandas menos conhecidas, que não são minhas preferidas-amadas-lindas-cheirosas-cheias-de-graça de cada dia, mas, sim, são bandas que eu gosto bastante, e a maioria das pessoas não conhecem, falarei de mais uma delas. Dessa vez, não tive tanta dificuldade para pensar em uma para escrever, já que a inspiração surgiu por acaso &#8211; estava ouvindo música, alguns minutos atrás, e pensei: &#8220;Cara, essa banda é boa demais, lembro de quando eu ouvi a primeira vez, e tive 3 ataques epiléticos, o que me faz usar marcapasso, hodiernamente!&#8221;. Na verdade, não foi bem assim. Foi mais um: &#8220;Cara, essa banda é boa demais, lembro de quando eu ouvi a primeira vez, e pensei: &#8220;Meu Deus, que incrível! Olha essa bateria, olha esses riffs, esses solos, esse vocal cuti-cuti!&#8221;" (Usar aspas dentro de aspas é uma arte). Por esse motivo, decidi escrever sobre essa banda, que é o glorioso <strong>Heathen, </strong>banda surgida no que talvez seja o maior celeiro de bandas qualidade da história do Heavy Metal, e do metal em geral, a famosíssima Bay Area de San Francisco, Califórnia, que viu surgir as maiores bandas das últimas três décadas (a briga com as chuvosas, enfumaçadas e industriais cidades inglesas é grande, mas na opinião deste que vos fala, a Bay Area ganha de lavada). O Heathen é cria da chamada &#8220;segunda geração do thrash da Bay Area&#8221;, contemporâneo de bandas como Testament, Forbidden e Vio-Lence.</p>
<p>Mas, junto de Testament (uma de minhas bandas favoritas, de todos os tempos), o Heathen tem mais destaque, porque foge do estereótipo comum da esmagadora maioria das bandas, que é tocar música 100% do tempo acelerada, que não te fazem pensar nem respirar, com vocalistas que berram, urram, vociferam, fazem qualquer coisa, menos cantar. Não, o Heathen não se limita a isso. Pode até ser que no primeiro álbum deles, de 1987, essa tônica-topos (topos = lugar comum, para aqueles não versados na língua galesa.) (galesa = francesa, para aqueles não versados na classe de alfabetização) do Thrash tenha sido presente, já que é um álbum mais imaturo, de uma banda que busca um lugar ao sol, e, portanto, deve seguir certas fórmulas para chamar atenção, ganhar dinheiro, assinar contratos, angariar fãs, e toda essa presepada. Porém, no segundo álbum, do ano de 1991, do qual falarei em breve, chamado Victims of Deception, a banda foge quase que inteiramente desses clichês, e cria uma obra muito inteligente e com uma qualidade fantástica, que deve ser conhecida por todos os fãs do estilo. (Incrivelmente, o ano de 1991 é muito bom para o Thrash, apesar do perceptível declínio que o metal em geral vinha sofrendo. É só você pensar que nesse ano, saíram álbuns como &#8220;Time Does Not Heal&#8221;, do Dark Angel (do qual talvez falarei em breve), &#8220;By Inheritance&#8221;, do Artillery (do qual também talvez falarei em breve), ambos BASTANTE parecidos com o estilo desse álbum do Heathen, fazendo o chamado Technical Thrash Metal (que, ouso dizer, foi inventado pelos gênios do Metallica, no maravilhoso ano de 1988, no álbum &#8230;And Justice For All), subgênero do Thrash Metal &#8220;tradicional&#8221;, que apesar de conter riffs pesados, bateria martelante, solos rápidos, e tudo o mais, abre espaço para um lado mais progressivo, nas músicas, que têm estruturas complexas, mudanças de andamento, variedade sufocante de riffs, letras mais elaboradas, vocais menos previsíveis (os vocalistas de Artillery e Heathen (mais) e Dark Angel (menos) cantam com um timbre que lembra o do Power Metal, mas sem aquela boiolagem toda. Ao invés de rispidez, de grunhir, eles realmente cantam, interpretam as músicas, de forma melódica, e bastante bonita, às vezes.), o que torna tudo muito mais interessante. Além desses três álbuns citados, ainda posso citar, sem muito esforço da minha memória, o brutal e totalmente devastador &#8220;Arise&#8221;, dos brasileiros do Sepultura, além do &#8220;Cowboys From Hell&#8221;, do Pantera-não-glam, que apesar de ser odiado por muita gente, que os julga como pais do new metal, nessa época tocavam um Power-Groove-Thrash (Power-Groove é invenção deles, a adição do &#8220;Thrash&#8221; é mea culpa) dos bons. (Porra, eu quase me perdi, no meio desse monte de parênteses. Espero que vocês ainda estejam por aí. Eles estão acabando, prometo. Só vou usar mais dois, pra fechar a ideia.))</p>
<p>Enfim, chega de lenga-lenga, vamos logo ao que interessa.</p>
<h2>.</h2>
<h2>Heathen &#8211; Victims of Deception (1991)</h2>
<h2>
<div id="attachment_164" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-164" title="Victims of Deception" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/10/victims-of-deception4.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Victims of Deception" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Victims of Deception</p></div></h2>
<h3>Ficha Técnica:</h3>
<p>1.	&#8220;Hypnotized&#8221;  	 8:36<br />
2.	&#8220;Opiate of the Masses&#8221;  	 7:51<br />
3.	&#8220;Heathen&#8217;s Song&#8221;  	 9:26<br />
4.	&#8220;Kill the King&#8221;  	(Rainbow Cover)	3:34<br />
5.	&#8220;Fear of the Unknown&#8221;  	7:09<br />
6.	&#8220;Prisoners of Fate&#8221;  	6:21<br />
7.	&#8220;Morbid Curiosity&#8221;  	 6:28<br />
8.	&#8220;Guitarmony&#8221;  	 3:32<br />
9.	&#8220;Mercy Is No Virtue&#8221; 6:28<br />
10.	&#8220;Timeless Cell of Prophecy&#8221; 5:23</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>Os integrantes da banda, nesse álbum, eram o vocalista Dave White, os guitarristas Lee Altus (sim, o mesmo que entrou no Exodus, após o álbum Tempo of the Damned) e Doug Piercy (que com o hiato que a banda viveu, no começo dos anos 90, logo após o lançamento desse álbum, se mudou para a Alemanha, e virou piloto de corrida!), o baterista Darren Minter, e, por não ter um baixista efetivo, as linhas de baixo foram gravadas por Marc Biedermann (vocalista da banda &#8220;cult&#8221; de Thrash Progressivo, Blind Illusion, também conhecida como a banda onde Les Claypool e Larry LaLonde (que também tocou no Possessed, que é tido como um dos criadores do Death Metal) tocaram, antes do Primus), que, durante a turnê, foi substituído por vários outros baixistas.</p>
<p>Por ser um disco progressivo, como habitual, é composto de faixas majoritariamente grandes (todas têm mais de 5 minutos, tirando a instrumental Guitarmony), com tempo total de pouco mais de uma hora. Uma hora que passa voando, devo dizer, já que você acaba de ouvir, e fica obviamente querendo mais. A qualidade individual de cada membro foi muito bem utilizada, gerando uma variedade incrível ao álbum. O vocal soa agressivo, quando deve ser, e melódico quando deve ser, sem exageros, tanto para um lado quanto para o outro, em perfeita consonância com os poderosos riffs, que possuem bastante diversidade, sendo rápidos, arrastadas, melódicos, tudo na mesma música, assim como os solos (tocados quase que exclusivamente pelo Lee Altus, cuja qualidade que hoje salta aos olhos, no Exodus, existe desde muito tempo antes), que tangem com muita precisão os extremos de velocidade e técnica, assim como os de melodicismo e &#8220;feeling&#8221;. Outro grande destaque, é o trabalho da bateria, que preenche bem todas as músicas, sendo cadenciada quando deve, sendo avassaladora, quando precisa (ouvir esse álbum com fones de ouvido é algo quase orgásmico, porque dá para perceber com muito mais clareza os momentos onde os pedais duplos são utilizados, e a gente ouve que eles são utilizados do modo mais fantástico possível). E, contrariando 9 entre cada 10 álbuns de metal, desde que o mundo é mundo (tirando o Iron Maiden, já que o baixista é o chefe), o baixo até que tem certo destaque, sendo bem perceptível em algumas passagens (a mixagem do álbum é bastante bem feita, e ajuda o baixo a aparecer, mesmo nas caixas de som. Mas, assim como em relação à bateria, ouvir nos fones dá outra dimensão à música), o que chama atenção.</p>
<p>Quanto as músicas, todas são de excelente qualidade, assim, de verdade. Claro que umas se sobrepõe às outras, em termo de impacto, mas não é um álbum que cansa, ou um álbum que contenha músicas pra &#8220;encher linguiça&#8221;. Mesmo sendo progressivo, você sente que cada riff, cada verso, cada pancada na bateria, cada palhetada no baixo, tem um sentido, e foi colocado ali para formar o melhor conjunto possível. Como principal destaques, cito a faixa de abertura, &#8220;Hypnotized&#8221; (melhor de todas, pra mim), cuja letra faz uma crítica bem inteligente à religião, utilizando de fragmentos de um discurso do &#8220;evangelista&#8221; Jim Jones, que, dentre outras coisas, fundou uma seita nos Estados Unidos, onde ele copulava com homens e mulheres, afim de aumentar a ligação espiritual dessas pessoas com ele, que se julgava santo, e &#8220;o único homem realmente heterossexual do planeta&#8221;, além de ter promovido a maior matança de civis americanos da história, que só foi ultrapassada pelos atentados de 11 de Setembro de 2001 (na verdade, foi um suícidio em massa. Deve ter sido divertido.) Depois desse mini-discurso, ao iniciar a música, ela encaminha para uma introdução bem melódica, das guitarras, com um solo bem sagaz, logo de cara, que vira uma rifferama de quebrar o pescoço. Uma maravilha de música.  Além dela, duas outras músicas muito boas são &#8220;Heathen&#8217;s Song&#8221; e &#8220;Prisoners of Fate&#8221;, ambas, que tendem mais ao lado baladístico da coisa, com um final bem melancólico, bem emocional (sem ser emo. Emotrve.). Ah, o cover de &#8220;Kill the King&#8221;, originalmente do Rainbow, também é muito bom, bem animadinho. Vale à pena conferir.</p>
<p>Esse foi um dos CDs que mais me impressionou, na vida, quando eu escutei pela primeira vez, tanto que, por muito tempo, mesmo eu conhecendo apenas esse álbum (só fui conhecer o primeiro, Breaking the Silence, um bom tempo depois de conhecer a banda (internet discada é um atraso de vida)), o Heathen ficou entre minhas bandas preferidas. Isso mudou, de uns 2 anos pra cá, mas eles continuam com lugar cativo no meu coração, e esse álbum está pelo menos entre os 30 melhores da história do Thrash Metal, com toda certeza. E a boa notícia, é que, após um loooongo tempo sem nenhuma novidade (basicamente, após esse álbum, em 1991, eles se reuniram em 2002, fizeram uns shows, gravaram uma demo em 2005, e mais nada), hoje, procurando notícias sobre eles, descobri no <a href="http://www.myspace.com/heathenmetal" target="_blank">Myspace Oficial</a> que três membros que gravaram este CD que acabei de revisar (Dave White, que agora utiliza o nome David Godfrey, que é o sobrenome do seu pai, Lee Altus e Darren Minter), junto de outro guitarrista e outro baixista, acabaram de gravar um novo álbum, chamado &#8220;Evolution of Chaos&#8221;, cuja data de lançamento é dia 30 desse mês. Portanto, vocês que gostarem, logo, logo terão mais músicas novas, para ouvir e gostar, porque o Heathen sabe o que faz. Em resumo, é outro dos álbuns que marcaram a minha vida. Esse é o meu Thrash Metal [Álvaro Garnero feelings]. Nota 10, com louvor.</p>
<p>PS 1: Vídeos do Youtube:</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/10/15/esse-e-o-meu-thrash-metal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/CdbFhiUG9U8/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/10/15/esse-e-o-meu-thrash-metal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/9XOcnXw4oCQ/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>PS 2: Download do álbum: <a href="http://rapidshare.com/files/218946835/h_vod_91_mediaportal.ru.rar" target="_blank">Clique aqui para baixar. </a></strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Caso peça senha, ela é &#8220;www.mediaportal.ru&#8221;, sem aspas.</strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong></p>
<p><div id="attachment_166" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-166" title="That's All, Folks" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/10/thats-all-folks.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Presunto Estragado." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Presunto Estragado.</p></div>
<p></strong></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/naosoutroo.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/naosoutroo.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/naosoutroo.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/naosoutroo.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/naosoutroo.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/naosoutroo.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/naosoutroo.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/naosoutroo.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/naosoutroo.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/naosoutroo.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/naosoutroo.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/naosoutroo.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/naosoutroo.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/naosoutroo.wordpress.com/159/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=159&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Victims of Deception</media:title>
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			<media:title type="html">That's All, Folks</media:title>
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		<title>Desmembramentos com cheiro de jasmim</title>
		<link>http://naosoutroo.wordpress.com/2009/10/14/desmembramentos-com-cheiro-de-jasmim/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 00:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naosoutroo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem, bem, bem. Depois de muuuuito tempo (quase um mês), resolvi escrever algo por aqui, novamente. Andei meio sem paciência-sem vontade-sem ter o que escrever, mas, hoje, aliás, já faz um tempo, venho sentindo desejo de falar sobre música, mas não da forma que vinha fazendo, com longos (ênfase em longos, já que todo mundo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=151&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, bem, bem. Depois de muuuuito tempo (quase um mês), resolvi escrever algo por aqui, novamente. Andei meio sem paciência-sem vontade-sem ter o que escrever, mas, hoje, aliás, já faz um tempo, venho sentindo desejo de falar sobre música, mas não da forma que vinha fazendo, com longos (ênfase em longos, já que todo mundo que lê, reclama do tamanho) posts sobre as bandas que mais gosto, falando, falando, falando, sem parar. Isso me cansou, isso também deve ter cansado a todo mundo que lê. Então, embora ainda queira continuar falando das bandas que mais gosto (com mais concisão, eu juro), hoje resolvi fazer algo diferente. Vou falar também de uma banda que gosto, mas não de uma das minhas preferidas. Falarei de uma banda desconhecida para o grande público, mas que eu acho um pecado isso acontecer. Enquanto escrevo essa introdução, penso qual banda escolherei, e não faço a mínima ideia. Por essa razão, vou perder um tempo olhando o meu Zune (player da Microsoft, muito bom, que tem uma interface amigável e bonitinha, que indico a você, meu leitor, baixar e usar. Como sou um rapaz legal, vou colocar o link, aqui. Falando em link, também vou colocar links dos álbuns que indicar, pra quem se interessar não ter o trabalho de procurar. Não Sou Troo! a serviço da comunidade. <a href="http://download.microsoft.com/download/7/B/1/7B11FF97-54B4-4C11-B168-0A7239FADA7D/zunesetuppkg-x86.exe" target="_blank">Download do Zune</a>), até achar uma boa banda. Esperem.</p>
<p>Bem, foi difícil, mas consegui. Depois de horas de pesquisa árdua, cheguei ao meu escolhido. E ele é o álbum Massive Killing Capacity, do maravilhoso Dismember, banda clássica de Death Metal, da Suécia. Não vou falar de blá-blá-blá de história, nem nada disso (pra isso tem a Wikipédia, e eu dou até o link pro artigo deles: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dismember_(band)" target="_blank">Dismember (em inglês)</a>.</p>
<h2>Massive Killing Capacity (1995)</h2>
<h3>Ficha Técnica:</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 311px"><img title="Massive Killing Capacity" src="http://1.bp.blogspot.com/_Mlr9O0o7dq8/R-0VC2V63EI/AAAAAAAAAIs/kr7NaSnYW9M/s320/Dismember.bmp" alt="Massive Killing Capacity" width="301" height="300" /><p class="wp-caption-text">Massive Killing Capacity</p></div></h3>
<p><em>1. &#8220;I Saw Them Die&#8221; – 2:48<br />
2. &#8220;Massive Killing Capacity&#8221; – 2:53<br />
3. &#8220;On Frozen Fields&#8221; – 2:35<br />
4. &#8220;Crime Divine&#8221; – 2:58<br />
5. &#8220;To the Bone&#8221; – 3:12<br />
5. &#8220;Wardead&#8221; – 2:26<br />
6. &#8220;Hallucigenia&#8221; – 4:06<br />
7. &#8220;Collection by Blood&#8221; – 3:40<br />
8. &#8220;Casket Garden&#8221; – 3:35<br />
9. &#8220;Nenia&#8221; – 4:38<br />
10. &#8220;Life &#8211; Another Shape of Sorrow&#8221; – 4:52</em></p>
<p>Neste, que é o terceiro álbum do Dismember (sucedendo Like a Ever Flowing Stream, de 1991, e Indecent and Obscene, de 1993, que eram mais calcados no som do Death Metal tradicional, semelhante ao das bandas americanas, principalmente), os suecos continuam tocando Death Metal, sim, só que com uma boa dose de melodia e frufrus bonitinhos, que os fazem criar uma obra integrante, e também influente do Gothenburg Metal, o, amado por muitos, odiados por tantos, Death Metal Melódico, acusado de sujar a podridão fétida que deve ser característica primordial do &#8220;metal da morte&#8221;, e também aclamado por dar um toque de beleza, alegria, leveza e inteligência a um estilo cuja principal marca é ser denso, soturno, pesado e visceral. Este é um disco curto, com apenas 10 faixas, totalizando 37:52 minutos, mas com uma qualidade imensa, que pode ser percebida desde o primeiro segundo, da primeira música, que é uma das minhas preferidas do CD (na verdade, todas são).</p>
<p>Essas 10 canções são curtas, sem muita enrolação, indo bem direto ao ponto, e variando entre riffs e levadas de bateria mais grooveadas, mais lentas, à partes bem aceleradas, bem &#8220;bate-cabeça&#8221;, sempre acompanhadas do excelente vocal de Matti Kärki. Além dos excelentes riffs e do vocal, outro ponto de destaque são os solos, praticamente todos bem melódicos, um dos fatores definitivos para considerar esse álbum como pertencente ao Melo-Death, executados pelo guitarrista David Blomqvist (o único outro membro, além de Matti, que permanece na banda até hoje. O baterista Fred Estby, que também era das antigas, saiu em 2006, depois das gravações do álbum &#8220;The God That Never Was&#8221;). Falando em bateria, como em praticamente toda banda de metal extremo, ela é sem dúvida um dos principais destaques, sempre conduzindo a música da forma mais perfeita possível, com viradas bem executadas e uso consciente do pedal duplo. E o baixo, como não poderia deixar de ser, é bem&#8230; baixo (turum-tá). Nem dá pra perceber que ele existe (salvo em alguns pedaços, de algumas poucas músicas, que ele aparece, aparece bem, fazendo a diferença.).</p>
<p>Eu conheci a banda não tem tanto tempo (acho que foi no final de 2008), quando eu comecei a me interessar, na verdade, comecei a &#8220;engolir&#8221; essas bandas de Death Metal e seus guturais, coisa que eu sempre achei uma desculpa de quem queria apenas fazer barulho sem sentido, e não música. Mas, com o tempo, eu fui percebendo que essas bandas, quando boas, são realmente boas, e quando ruins, são realmente ruins. Basta saber separar alhos de bugalhos (adoro esses ditos populares), que você consegue encontrar bastante coisa boa pra ouvir. E, claro, ser um pouco condescendente com a indiscutível estranheza que é sentida, ao começarmos a ouvir tais músicas, que são de difícil compreensão (nem falo de compreender o que os caras cantam, falo de compreender a música em si), mas que, ao fim, nos garantem qualidade sonora, tais como a de bandas como o saudoso Death, que está entre as preferidas do meu coração.</p>
<p>A missão de escolher uma música preferida, pra chamar de &#8220;a melhor do álbum&#8221; é bem difícil. Todas acabam sendo parecidas, não tanto em estilo, mas em qualidade. Como destaque maior, cito três: &#8220;On Frozen Fields&#8221; (minha favorita), a faixa-título, &#8220;Massive Killing Capacity&#8221;, e a instrumental &#8220;Nenia&#8221;, que é sem dúvida a música mais &#8220;diferente&#8221; do álbum, que é toda construída de uma forma bem melódica, com riffs e solos de uma beleza difícil de encontrar, que, no minuto final, são substituídos por riffs mais distorcidos, pra quebrar essa complacência e essa placidez. Uma música belíssima.</p>
<p>Esse é um dos meus discos preferidos de Melodic Death Metal, e do Death Metal em geral, que por não conter nenhuma falha, não conter nenhuma sobra, ser perfeito do início ao fim, merece levar nota 10 (sim, agora eu vou dar notinhas para os álbuns. Já que fazer reviews é o maior exercício de subjetividade que um aspirante a blogueiro, como eu, pode fazer, nada melhor que dar notas para condizer com essa prática de análise de gosto, que todo mundo faz, e alguns gostam de ter como base, na hora de conhecer novas bandas. Eu, inclusive, já fiz isso, quando tava começando a peregrinar pelo caminho de Santiago de Compostela do metal. Mas outro dia eu falo disso, porque meu post já tá ficando gigante.)</p>
<p>Bem, é isso, amiguinhos. Espero que tenham gostado e até a próxima, nesse mesmo blog, com esse mesmo carinha chato que vos fala. Au revoir!</p>
<p>PS 1: Vídeos do Youtube:</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/10/14/desmembramentos-com-cheiro-de-jasmim/"><img src="http://img.youtube.com/vi/uY_S2dV7dF0/2.jpg" alt="" /></a></span>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/10/14/desmembramentos-com-cheiro-de-jasmim/"><img src="http://img.youtube.com/vi/YB8Tqe5om30/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>PS 2: Link para download do álbum: <a href="http://migre.me/93Zt" target="_blank">Clique aqui para baixar.</a></strong></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>A senha é &#8220;bunalti.com&#8221; (sem aspas). </strong></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/naosoutroo.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/naosoutroo.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/naosoutroo.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/naosoutroo.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/naosoutroo.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/naosoutroo.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/naosoutroo.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/naosoutroo.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/naosoutroo.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/naosoutroo.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/naosoutroo.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/naosoutroo.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/naosoutroo.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/naosoutroo.wordpress.com/151/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=151&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Aconteceu comigo&#8230;</title>
		<link>http://naosoutroo.wordpress.com/2009/09/21/aconteceu-comigo/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 02:41:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Duas semanas atrás, tive um problema com minha internet (uso o Vivo 3G Ilimitado), e precisei ligar para o serviço de atendimento ao cliente (SAC), que, todos sabem, funciona maravilhosamente bem, já que os atendentes são super prestativos, atenciosos, ágeis, resolvendo seu problema em poucos minutos. Eis que, após 4 ligações mal-sucedidas, e 2 horas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=148&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas semanas atrás, tive um problema com minha internet (uso o Vivo 3G Ilimitado), e precisei ligar para o serviço de atendimento ao cliente (SAC), que, todos sabem, funciona maravilhosamente bem, já que os atendentes são super prestativos, atenciosos, ágeis, resolvendo seu problema em poucos minutos. Eis que, após 4 ligações mal-sucedidas, e 2 horas de espera, para enfim conseguir resolver minha questão, fui brindado com a seguinte pérola:</p>
<p>SAC &#8211; Boa noite, senhor, em que posso ajudar?</p>
<p>Eu &#8211; (Expliquei meu problema todo, pela quarta vez)</p>
<p>SAC &#8211; Senhor, qual o sistema operacional que o senhor utiliza?</p>
<p>Eu &#8211; Uso o Windows Seven.</p>
<p>SAC &#8211; (20 segundos pensando&#8230;)</p>
<p>SAC &#8211; Mas é XP ou Vista?</p>
<p>Eu &#8211; *balançando a cabeça* É o Vista.</p>
<p>SAC &#8211; Vou estar verificando a sua linha. Aguarde um momento, por favor.</p>
<p>Eu &#8211; Tudo bem. *Começa a tocar a musiquinha, e eu começo a rir loucamente.*</p>
<p>Apesar das horas de espera, esse fato valeu toda a encheção de saco. Adoro atendentes bem-informadas.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/naosoutroo.wordpress.com/148/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/naosoutroo.wordpress.com/148/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/naosoutroo.wordpress.com/148/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/naosoutroo.wordpress.com/148/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/naosoutroo.wordpress.com/148/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/naosoutroo.wordpress.com/148/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/naosoutroo.wordpress.com/148/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/naosoutroo.wordpress.com/148/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/naosoutroo.wordpress.com/148/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/naosoutroo.wordpress.com/148/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/naosoutroo.wordpress.com/148/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/naosoutroo.wordpress.com/148/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/naosoutroo.wordpress.com/148/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/naosoutroo.wordpress.com/148/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=148&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Os pais do New Metal?</title>
		<link>http://naosoutroo.wordpress.com/2009/08/11/os-pais-do-new-metal/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 22:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naosoutroo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Músicas para os Posers]]></category>
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		<description><![CDATA[Senhoras, senhores, meio-termos. Depois de mais de um mês de paralisação das atualizações desse malfadado blog, um arroubo de vontade surgiu no âmago do meu ser, para voltar a escrever por aqui. E, dessa vez, seguindo conselhos de pessoas sábias, tentarei escrever pouco, menos do que o normal, porque sei que é cansativo ficar lendo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=92&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_93" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-93 " title="Soul of a New Machine" src="http://dietrichthrall.files.wordpress.com/2009/06/fear_factory.jpg?w=500&#038;h=500" alt="Soul of a New Machine" width="500" height="500" /><p class="wp-caption-text">O que o Nhonho tá fazendo ali?</p></div>
<p>Senhoras, senhores, meio-termos. Depois de mais de um mês de paralisação das atualizações desse malfadado blog, um arroubo de vontade surgiu no âmago do meu ser, para voltar a escrever por aqui. E, dessa vez, seguindo conselhos de pessoas sábias, tentarei escrever pouco, menos do que o normal, porque sei que é cansativo ficar lendo esse monte de besteiras que eu falo, na tela do computador. Não sei se consigo, mas, custa nada tentar. Além disso, também resolvi fazer algo um pouco diferente, desse post em diante, que é falar da discografia inteira de algumas bandas que não estão entre as minhas 10 preferidas, mas que eu gosto bastante, e são dignas de nota o suficiente, para serem comentadas por aqui.</p>
<p>E a primeira dessas bandas, é o Fear Factory. Formada em 1989, pelo guitarrista Dino Cazares (que também tocou baixo nos 3 primeiros álbuns), pelo baterista Raymond Herrera, e, pouco tempo depois, pelo vocalista Burton C. Bell, sob o nome de Ulceration, que, no começo do ano de 1990 seria mudado para o nome atual, traduzindo uma tentativa de expressar o som da banda no começo da carreira, uma mistura de Industrial com Death Metal, bastante influenciado pelas bandas de grindcore britânicas, que estavam alcançando sucesso naquela época, assim como por bandas como o Ministry, que começava a fazer sucesso nos EUA, influências que são claramente mais presentes nas demos e no álbum Concrete (falarei dele mais tarde), o Fear Factory foi uma das primeiras bandas a utilizar a mistura de gutural com vocal limpo, na mesma música, característica que foi marcante em boa parte do meio musical dos anos 90, assim como foi uma das primeiras bandas a mesclar elementos de música eletrônica com metal, servindo de influência inegável para boa parte dos artistas que compõem o extremamente mal visto grupo do chamado &#8220;New Metal&#8221;. Só que não são apenas esses artistas que &#8220;beberam da fonte&#8221; do Fear Factory, já que nomes como Robb Flynn (ex-Violence, Machine Head), Mark Hunter (Chimaira) e Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain), dentre outros, citam álbuns como o Soul of a New Machine, na lista daqueles que mudaram a música, além de utilizarem um estilo vocal que foi pioneirizado por Burton C. Bell.</p>
<p>Lembro que a primeira vez que ouvi falar da banda, foi no prístino ano de 2005,  quando um amigo meu, que ouvia majoritariamente New Metal, e detestava as bandas de metal mais clássico, coisas que eu tava começando a gostar cada vez mais, e me aprofundar, falou pra mim dessa banda, &#8220;Fir Faquitóri&#8221;, como ele chamava. Até me mostrou duas ou três músicas, mas eu não gostei tanto. Talvez pelo vocal encapetado, que na época eu realmente detestava (e hoje em dia, gutural pra mim tornou-se algo bastante apreciável, quando bem feito), ou por causa dos elementos mais eletrônicos, nas músicas, coisa para a qual eu sempre torci o nariz. Mas, o tempo foi passando, e no começo desse ano, quando coloquei banda larga em casa (Nem moro na roça, mas isso era um problema, pra mim. Conseguir ter banda larga.), foi a segunda discografia inteira que baixei (a primeira foi do Sodom). Desde então, já com a cabeça mais aberta para novidades, com minhas fronteiras musicais bem expandidas, fui progressivamente ouvindo as músicas, e reparando que tem muita coisa boa, e enlouquecedora por ali, principalmente o álbum Demanufacture, que é, por inteiro, clássico e fantástico. E, nos últimos 5 dias, eu não paro de ouvir as músicas desses caras, o que foi o motivo de eu escrever sobre eles, agora.</p>
<p>.</p>
<h1 style="text-align:center;">Fear Factory</h1>
<h2>Discografia</h2>
<h3>Soul of a New Machine (1992)</p>
<div id="attachment_146" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-146" title="Soul of a New Machine" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/08/soul-of-a-new-machine2.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Soul of A New Machine" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Soul of A New Machine</p></div></h3>
<h4>Ficha Técnica:</h4>
<p><em>1.	&#8220;Martyr&#8221;  	 	4:06<br />
2.	&#8220;Leechmaster&#8221;  	 	3:54<br />
3.	&#8220;Scapegoat&#8221;  	 	4:33<br />
4.	&#8220;Crisis&#8221;  	 	           3:45<br />
</em></p>
<p><em>5.	&#8220;Crash Test&#8221;  	 	3:46<br />
6.	&#8220;Flesh Hold&#8221;  	 	2:31<br />
7.	&#8220;Lifeblind&#8221;  	 	3:51<br />
8.	&#8220;Scumgrief&#8221;  	 	4:07<br />
9.	&#8220;Natividad&#8221;  	 	1:04<br />
10.	&#8220;Big God/Raped Souls&#8221;  	 	2:38<br />
11.	&#8220;Arise Above Oppression&#8221;  	 1:51<br />
12.	&#8220;Self Immolation&#8221;  	 	2:46<br />
13.	&#8220;Suffer Age&#8221;  	3:40<br />
14.	&#8220;W.O.E.&#8221;  	 	2:33<br />
15.	&#8220;Desecrate&#8221;  	 	2:35<br />
16.	&#8220;Escape Confusion&#8221;  	3:58<br />
17.	&#8220;Manipulation&#8221;  	 	3:29</em></p>
<p>Nesse primeiro álbum, os estilos claramente mais marcantes são o Death Metal e o Industrial Metal (tônica que mudará posteriormente). O vocal e o instrumental são semelhantes ao de bandas de Death Metal clássico, com um gutural mais grave, pouco uso de vocais limpos, riffs rápidos e pesados, bateria martelante, e uso intenso de pedal duplo (que foram capturados com perfeição pelo famoso produtor Colin Richardson), com letras que abordam a criação de uma máquina por parte dos seres humanos, que pode ser tecnológica ou governamental, segundo o guitarrista Dino Cazares, o que torna este um álbum conceitual. E essa relação homem-máquina foi abordada pela banda em todos os álbuns, até o Digimortal, de 2001.</p>
<p>As músicas têm duração de 3 minutos, em média, majoritariamente rápidas, com alguns breakdowns, e poucas inserções eletrônicas, no meio disso. Outro ponto notável não apenas nesse álbum, mas em praticamente toda a discografia do Fear Factory, é a ausência de solos de guitarra, componente básico das bandas de metal, o que eu confesso não ser algo que me agrada, uma música sem solo, mas que, pelo estilo das canções, seria até ruim que eles existissem, já que seria algo sem sentido, em meio a toda essa agressividade, em meio a esses sons eletrônicos, e, principalmente, seria estranho devido à baixíssima afinação da guitarra.</p>
<p>São muitas músicas, e a maior parte, de alta qualidade, principalmente pra quem gosta de Death Metal old is cool, bem tocado, raivoso e violento, por isso, fica difícil indicar alguma faixa como preferida. Mas, sem dúvidas, as que mais se destacam são <strong>&#8220;Martyr&#8221;</strong> (a melhor do álbum), <strong>&#8220;Scapegoat&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Crisis&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Crash Test&#8221;</strong> (riffs e vocais insanamente perfeitos), <strong>&#8220;Arise Above Oppression&#8221;</strong> (breakdowns destruidores) e<strong> &#8220;W.O.E&#8221;</strong> (uma excelente mistura de pancadaria e momentos mais &#8220;calmos.) Em resumo, é um álbum bastante recomendado.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/08/11/os-pais-do-new-metal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/n73wA-f65X4/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>.</p>
<h3>.</h3>
<h3>Demanufacture (1995)</h3>
<h3>
<p><div id="attachment_107" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-107" title="Fear_Factory_-_Demanufacture" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/08/fear_factory_-_demanufacture1.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Demanufacture" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Demanufacture</p></div></h3>
<h4>Ficha Técnica:</h4>
<p><em>1. &#8220;Demanufacture&#8221; – 4:13<br />
2. &#8220;Self Bias Resistor&#8221; – 5:12<br />
3. &#8220;Zero Signal&#8221; – 5:57<br />
4. &#8220;Replica&#8221; – 3:56<br />
5. &#8220;New Breed&#8221; – 2:49<br />
6. &#8220;Dog Day Sunrise&#8221; (Head of David cover) – 4:45<br />
7. &#8220;Body Hammer&#8221; – 5:05<br />
8. &#8220;Flashpoint&#8221; – 2:53<br />
9. &#8220;H-K (Hunter-Killer)&#8221; – 5:17<br />
10. &#8220;Pisschrist&#8221; – 5:25<br />
11. &#8220;A Therapy for Pain&#8221; – 9:43</em></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>O <em>magnum opu</em>s da banda. Indubitavelmente. Acho que essa frase serve perfeitamente para exemplificar o que significa esse álbum, na discografia do Fear Factory. Absolutamente todas as músicas são clássicas, todas merecem ser escutadas, todas são dignas de nota, todas são excelentes. Eu calculo ter escutado esse disco umas 59 vezes, na última semana, pelo menos. E não me canso de ouvir.</p>
<p>Novamente produzido por Colin Richardson, e novamente um álbum conceitual sobre as relações homem-máquina, dessa vez falando sobre os conflitos de um homem contra um governo controlado por máquinas, o Demanufacture deixa de lado boa parte dos elementos do Death Metal, incorporando características do ainda infante Groove Metal, unidas com características de Industrial Metal, o que foi uma mudança extremamente acertada. Não que eu não goste de Death Metal. Pelo contrário, é um de meus estilos preferidos. Mas, para o som do Fear Factory, essa mudança foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, já que a agressividade permaneceu a mesma, só que mais refinada, mais lapidada e em conjunto com elementos mais tênues, mais melódicos, que dão o tom perfeito para o álbum, que é fantástico em todos os sentidos, principalmente porque seus membros participantes são ícones naquilo que fazem. Dino Cazares é um mestre das sete ou oito cordas (sim, ele usa esse tipo de guitarra), Raymond Herrera toca a bateria com tanta velocidade e precisão, que muitas pessoas pensaram que ele utilizou uma &#8220;drum machine&#8221;, na gravação desse álbum, e Burton C. Bell faz os melhores vocais da carreira, com a mistura de vocal gutural com vocal limpo sendo impecavelmente executada.</p>
<p>Eu indico ferrenhamente que, quem ler isso aqui, baixe esse álbum completo, ouça com calma, e prepare-se para ser atingido por uma onda esmagadora de brutalidade e qualidade sonora. É extremamente complicado destacar alguma música, mas vocês precisam ouvir antes de morrer as faixas <strong>&#8220;Demanufacture&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Self Bias Resistor&#8221;</strong> (melhor do álbum, e uma das melhores que já ouvi),<strong> &#8220;Zero Signal&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Body Hammer&#8221; </strong>e<strong> &#8220;H-K (Hunter Killer)&#8221;</strong> (avassaladora).</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/08/11/os-pais-do-new-metal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/pz5FIx13xBs/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<h3>Obsolete (1998)</h3>
<h3>
<p><div id="attachment_112" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-112" title="Fear_Factory_-_Obsolete" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/08/fear_factory_-_obsolete.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Obsolete" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Obsolete</p></div></h3>
<h4>Ficha Técnica:</h4>
<p><em>1. &#8220;Shock&#8221; – 4:58<br />
2. &#8220;Edgecrusher&#8221; – 3:39<br />
3. &#8220;Smasher/Devourer&#8221; – 5:34<br />
4. &#8220;Securitron (Police State 2000)&#8221; – 5:47<br />
5. &#8220;Descent&#8221; – 4:36<br />
6. &#8220;Hi-Tech Hate&#8221; – 4:33<br />
7. &#8220;Freedom or Fire&#8221; – 5:11<br />
8. &#8220;Obsolete&#8221; – 3:51<br />
9. &#8220;Resurrection&#8221; – 6:35<br />
10. &#8220;Timelessness&#8221; – 4:08</em><br />
.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>Contando pela primeira vez com um baixista de fato, na gravação de um álbum, além de mais um membro para ajudar nas composições, na figura de Christian Olde Wolbers, o Fear Factory gravou o álbum Obsolete, dessa vez sem a presença do produtor Colin Richardson, o que não significou menos qualidade. Focando mais no aspecto da inserção de elementos eletrônicos nas músicas, que se tornaram mais frequentes ao longo desse disco, o que deu uma grande modernizada no som, além de uma aproximação com o New Metal, mas sem deixar de lado a marcante presença de riffs rápidos, pesados, bateria ensurdecedora, e vocais agressivos (dessa vez, praticamente sem guturais) junto de vocais limpos, os americanos conseguiram o maior sucesso comercial da sua carreira, vendendo 500 mil cópias, nos EUA. Nesse álbum, também, Dino Cazares usou afinação A na guitarra, pela primeira vez na carreira, o que ajudou a manter o som &#8220;clássico&#8221; do grupo.</p>
<p>Dessa vez, não apenas o álbum possui um conceito nas letras, como possui uma história conceitual, sendo contada em &#8220;cenas&#8221;, que vão prosseguindo de acordo com as músicas do álbum, contendo protagonistas e antagonistas, história essa que é bem explicada no encarte do álbum, e segue a ideia presente no álbum anterior, tratando sobre o futuro da humanidade, e como as máquinas dominarão os homens. A maioria das músicas segue a linha básica do Fear Factory, com exceção da música <strong>&#8220;Descent&#8221;</strong>, uma das melhores do álbum, que é bastante calma, e de<strong> &#8220;Timelessness&#8221;</strong>, que fecha o disco, e chega a ser melancólica, contando com a presença de violinos, o que dá um toque bastante bonito e singular à canção. Como destaque, além dessas duas que falei acima, cito <strong>&#8220;Shock&#8221;</strong> (melhor do álbum),<strong> &#8220;Smasher/Devourer&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Freedom or Fire&#8221;</strong>.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/08/11/os-pais-do-new-metal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/gDaPX_U5q1U/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<h3>Digimortal (2001)</p>
<p><div id="attachment_115" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-115" title="fearfactory-digimortal1" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/08/fearfactory-digimortal1.jpg?w=300&#038;h=292" alt="Digimortal" width="300" height="292" /><p class="wp-caption-text">Digimortal</p></div></h3>
<h4>Ficha Técnica:</h4>
<p><em>1.  &#8221;What Will Become?&#8221; – 3:24<br />
2. &#8220;Damaged&#8221; – 3:03<br />
3. &#8220;Digimortal&#8221; – 3:04<br />
4. &#8220;No One&#8221; – 3:37<br />
5. &#8220;Linchpin&#8221; – 3:25<br />
6. &#8220;Invisible Wounds (Dark Bodies)&#8221; – 3:54<br />
7. &#8220;Acres of Skin&#8221; – 3:55<br />
8. &#8220;Back the Fuck Up&#8221; ft. B-Real – 3:10<br />
9. &#8220;Byte Block&#8221; – 5:21<br />
10. &#8220;Hurt Conveyor&#8221; – 3:42<br />
11. &#8220;(Memory Imprints) Never End&#8221; – 6:48</em></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>No ano de 2001, no que viria a ser infelizmente o último álbum gravado com Dino Cazares, que deixou a banda devido aos constantes conflitos com os outros membros, principalmente com o vocalista Burton C. Bell, o que culminou, inclusive, na dissolução do grupo no ano de 2002, que pouco tempo depois se reformou, dessa vez sem a presença de Dino, com Christian remanejado para a guitarra, e com a entrada do baixista Byron Stroud (Strapping Young Lad), o Fear Factory lançou esse disco, que está entre meus preferidos da banda.</p>
<p>Com uma presença um pouco menor do lado eletrônico, e com mais foco na guitarra e na bateria, que, dessa vez, se mostram mais cadenciadas na maior parte das músicas, que são de média duração, e novamente tratando sobre a &#8220;história&#8221; iniciada no álbum &#8220;Demanufacture&#8221;, dessa vez com seu capítulo final, que mostra como homens e máquinas decidiram se juntar, por terem observado que esse era o único modo de garantirem sua sobrevivência, eles conseguiram criar um álbum bastante acessível, talvez o mais acessível de toda a carreira (que conta, inclusive, com a presença de um rapper, na faixa 8!), sem deixar de lado os elementos que os consagraram, sendo o trabalho que eu considero o melhor para quem está querendo conhecer a discografia da banda.</p>
<p>Apesar disso, &#8220;Digimortal&#8221; não fez tanto sucesso comercial quanto seu antecessor, já que foi considerado &#8220;muito comercial&#8221;, num sentido poser, e foi comparado com álbuns de new metal, o que fez os fãs antigos criticarem o álbum. Tudo isso levou o Fear Factory a ter pouco apoio durante a turnê de divulgação do álbum, e, com o subsequente término do grupo, o contrato com a gravadora Roadrunner foi descumprido, o que a levou a lançar o álbum Concrete (calma, já vou falar dele), e mais uma coletânea de músicas raras, para poder liberá-los.</p>
<p>As melhores músicas pra mim são a faixa de abertura, <strong>&#8220;What Will Become&#8221;</strong>, a faixa-título, <strong>&#8220;Digimortal&#8221;</strong>, <strong>&#8220;No One&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Invisible Wounds (Dark Bodies)&#8221;</strong> (uma baladinha, que pra mim é a melhor canção do álbum, apesar do vocal lembrar POD) e <strong>&#8220;(Memory Imprints) Never End&#8221;</strong>.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/08/11/os-pais-do-new-metal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/CZSobEv9ikA/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<h3>Concrete (2002)</p>
<p><div id="attachment_117" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-117" title="Concrete" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/08/concrete.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Concrete" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Concrete</p></div></h3>
<h4>Ficha Técnica:</h4>
<p><em>1. &#8220;Big God&#8221;/&#8221;Raped Souls&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 2:36<br />
2. &#8220;Arise Above Oppression&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 1:57<br />
3. &#8220;Concrete&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 2:28<br />
4. &#8220;Crisis&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 3:33<br />
5. &#8220;Escape Confusion&#8221; (Cazares, Herrera) − 4:09<br />
6. &#8220;Sangre de Niños&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 2:03<br />
7. &#8220;Soulwomb&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 2:35<br />
8. &#8220;Echoes of Innocence&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 3:04<br />
9. &#8220;Dragged Down by the Weight of Existence&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) &#8211; 2:42<br />
10. &#8220;Deception&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 0:29<br />
11. &#8220;Desecrate&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 2:37<br />
12. &#8220;Suffer Age&#8221; (Cazares, Herrera) − 3:45<br />
13. &#8220;Anxiety&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 1:39<br />
14. &#8220;Self Immolation&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 2:34<br />
15. &#8220;Piss Christ&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 2:41<br />
16. &#8220;Ulceration&#8221; (Bell, Cazares, Herrera) − 2:45</em><br />
.</p>
<p>Sem dúvidas, o álbum mais controverso da carreira do Fear Factory, já que, originalmente, nem é um álbum. Calma, que eu explico. Essas músicas foram gravadas em 1991, pelo então desconhecido produtor Ross Robinson (que anos mais tarde viria a ser o principal responsável por gravar material das mais diversas bandas de new metal, tornando-se o mais famoso produtor desse estilo). A banda não ficou satisfeita com o contrato de gravação deste, que seria seu primeiro álbum, e então abandonou o produtor, que, não satisfeito com isso, entrou na justiça para resolver esse problema. No fim, a banda manteve o direito sobre as músicas, e Ross Robinson, sobre o álbum. 8 dessas canções foram regravadas e incluídas no disco &#8220;Soul of a New Machine&#8221; (a música Piss Christ é completamente diferente da Pisschrist, presente no Demanufacture), e, quando o Fear Factory quebrou o contrato com a gravadora Roadrunner, em 2002, ela decidiu lançar esse álbum, para ganhar um pouco de dinheiro. Por esses motivo, o Concrete não merece maiores análises.</p>
<p>.</p>
<h3>Archetype (2004)</p>
<p><div id="attachment_122" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-122" title="Fear_Factory_-_Archetype" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/08/fear_factory_-_archetype2.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Archetype" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Archetype</p></div></h3>
<h3>Ficha Técnica:</h3>
<p><em>1. &#8220;Slave Labor&#8221; (Herrera/Wolbers) – 3:53<br />
2. &#8220;Cyberwaste&#8221; (Herrera/Wolbers) – 3:18<br />
3. &#8220;Act of God&#8221; (Herrera/Wolbers) – 5:08<br />
4. &#8220;Drones&#8221; (Herrera/Wolbers) – 5:02<br />
5. &#8220;Archetype&#8221; (Herrera/Wolbers) – 4:36<br />
6. &#8220;Corporate Cloning&#8221; (Herrera/Wolbers) – 4:24<br />
7. &#8220;Bite the Hand That Bleeds&#8221; (Herrera/Wolbers) – 4:09<br />
8. &#8220;Undercurrent&#8221; (Herrera/Wolbers) – 4:05<br />
9. &#8220;Default Judgement&#8221; (Herrera/Wolbers) – 5:24<br />
10. &#8220;Bonescraper&#8221; (Herrera/Wolbers) – 4:12<br />
11. &#8220;Human Shields&#8221; (Herrera/Wolbers) – 5:16<br />
12. &#8220;Ascension&#8221; (Fear Factory/Rhys Fulber) – 7:05<br />
13. &#8220;School&#8221; (Cobain; Nirvana cover) – 2:38</em></p>
<p><em>. </em></p>
<p>Como disse mais acima, no fim de 2002 o Fear Factory passou por sérios problemas, que quase acabaram com o grupo. Mas, felizmente, eles conseguiram superar essas questões, e com a formação reformulada, agora com Christian Olde Wolbers na guitarra, e Byron Stroud no baixo, gravaram esse disco, que de certa forma resgata o estilo mais clássico do grupo, com boas semelhanças com o disco &#8220;Demanufacture&#8221;, já que os elementos eletrônicos são menos frequentes, só que com menos agressividade, já que o aspecto melódico é bem marcante durante boa parte das músicas.</p>
<p>E a perda de Dino Cazares não significou perda de qualidade na composição das músicas, nem no trabalho de guitarra, que é muito bem executado por Christian, o que não gera saudade do gordão. São 13 músicas, incluindo um cover do Nirvana (que até ficou bastante bom), pela primeira vez desde o álbum Demanufacture, sem abordar o conceito de homem-máquina, e, como disse, com o lado melódico bastante em voga, o que, misturado com o também já citado estilo mais característico da &#8220;era Demanufacture&#8221;, fez o álbum conseguir sucesso de crítica, e até de vendas, já que foi lançado por uma gravadora pequena, longe de ter o mesmo apelo comercial da Roadrunner.</p>
<p>É meu segundo álbum preferido do Fear Factory, com praticamente todas as faixas sendo excelentes e bem recomendáveis, mas com destaque para <strong>&#8220;Slave Labor&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Act of God&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Archetype&#8221; </strong>(com a melhor das incursões melódicas, do álbum) e <strong>&#8220;Drones&#8221;</strong> (melhor canção do disco).</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/08/11/os-pais-do-new-metal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/0TJVHHQW6aE/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<h3>Transgression (2005)</p>
<p><div id="attachment_127" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-127" title="Fear_Factory_-_Transgression" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/08/fear_factory_-_transgression1.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Transgression" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Transgression</p></div></h3>
<h4>Ficha Técnica:</h4>
<p><em>1. &#8220;540,000° Fahrenheit&#8221; – 4:28<br />
2. &#8220;Transgression&#8221; – 4:50<br />
3. &#8220;Spinal Compression&#8221; – 4:12<br />
4. &#8220;Contagion&#8221; – 4:39<br />
5. &#8220;Empty Vision&#8221; – 4:55<br />
6. &#8220;Echo of My Scream&#8221; – 6:58<br />
7. &#8220;Supernova&#8221; – 4:32<br />
8. &#8220;New Promise&#8221; – 5:13<br />
9. &#8220;I Will Follow&#8221; (U2 cover) – 3:42<br />
10. &#8220;Millennium&#8221; (Killing Joke cover) – 5:26<br />
11. &#8220;Moment of Impact&#8221; – 4:03</em><br />
.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>Lançado apenas um ano após o excelente &#8220;Archetype&#8221;, esse álbum, &#8220;Transgression&#8221;, continua mantendo o estilo mais clássico do som do Fear Factory, resgate esse que foi muito bem feito, e conjugado com toques mais melódicos, que combinaram perfeitamente com o lado mais caótico do som desses caras. E essa tendência continua presente neste disco, apesar de ser menos bom que o antecessor. Boa parte dessa menor qualidade, pode ser atribuída a dois fatores: às pressões da gravadora, que os obrigou a terminar de gravar o álbum e possibilitar seu lançamento, muito antes do tempo previsto; e à produção do disco, o primeiro, desde o &#8220;Obsolete&#8221;  que não ficou a cargo de Rhys Fulber, o que gerou crítica até mesmo dos membros da banda, como de Christian, com relação ao som da guitarra, que ficou meio &#8220;magro&#8221;, além da caixa da bateria estar mais metálica.</p>
<p>Porém, essas questões não tornam o &#8220;Transgression&#8221; ruim, de modo algum. São 11 músicas muito bem compostas e tocadas, incluindo dois covers um tanto quanto peculiares, mostrando que essa formação tinha muito &#8220;cartucho pra queimar&#8221;, principalmente com mais tempo para elaborar e gravar as músicas, já que mesmo com um calendário apertado, conseguiram criar um disco tão bom quanto os outros da carreira do Fear Factory.</p>
<p>Como melhores faixas, cito <strong>&#8220;540,000 Degrees Fahrenheit&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Transgression&#8221;</strong> (a melhor do álbum), <strong>&#8220;Spinal Compression&#8221;</strong>,<strong> &#8220;Millenium&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Moment of Impact&#8221;</strong>.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/08/11/os-pais-do-new-metal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/pL3nfH-_r2M/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<h2>Dias Atuais</h2>
<p>Depois da gravação e da turnê do álbum &#8220;Transgression&#8221;, o Fear Factory entrou em hiato, com seus integrantes lançando projetos paralelos. Burton C. Bell participou do vocal de algumas músicas do álbum &#8220;The Last Sucker&#8221;, do Ministry, além de ter gravado o primeiro trabalho da sua banda Ascension of the Watchers. Já Raymond Herrera e Christian Olde Wolbers juntaram-se a dois integrantes da banda Threat Signal, sob o nome de Arkaea, e lançaram um álbum esse ano, que lembra bastante o estilo do Fear Factory, inclusive com Christian dizendo que metade dessas músicas deveriam ser incluídas no próximo álbum do Fear Factory.</p>
<p>Mas, a pior notícia possível ocorreu, também esse ano, quando Burton C. Bell e Dino Cazares resolveram reatar a amizade, o que por si só é algo bastante positivo, o que possibilitaria até uma reunião dos membros originais do Fear Factory&#8230; Isso se eles não tivessem decidido dispensar Christian e Raymond, colocando Byron Stroud e Gene Hoglan em seus lugares, para fazerem uma nova turnê e gravarem um novo disco, usando o nome da banda. Só que Christian e Raymond entraram na justiça, e o nome Fear Factory foi impossibilitado de ser utilizado por essa nova banda, que já está em estúdio gravando o novo álbum, pra ser lançado no começo de 2010. Só não se sabe com que nome, e em qual gravadora. Assim como não dá pra saber o que irá acontecer no futuro, e se Raymond e Christian vão impedir que Dino e Burton utilizem o nome do Fear Factory, e, mais ainda, se vão lançar algum novo trabalho. Veremos.</p>
<p>.</p>
<p>E, chegamos ao fim de mais um post, depois de um longo tempo. Eu prometi que ia tentar escrever menos, e até que consegui, haja visto meus antigos padrões. Mas o texto ainda ficou imenso, já que tratei da discografia inteira de uma banda. Só que eu gostei de fazer isso, e continuarei a fazer postagens desse tipo, por um tempo, até voltar a falar das minhas bandas preferidas.</p>
<p>Espero que vocês, meus queridos leitores, apreciem tudo que disse, gostem da banda, e, se possível baixem uns discos, que não vão se arrepender.</p>
<p><div id="attachment_93" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-93 " title="Soul of a New Machine" src="http://img26.imageshack.us/img26/4602/thatsallfolks.jpg" alt="Soul of a New Machine" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">O presunto está vivo.</p></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/naosoutroo.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/naosoutroo.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/naosoutroo.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/naosoutroo.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/naosoutroo.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/naosoutroo.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/naosoutroo.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/naosoutroo.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/naosoutroo.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/naosoutroo.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/naosoutroo.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/naosoutroo.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/naosoutroo.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/naosoutroo.wordpress.com/92/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=92&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Mudando e permanecendo igual</title>
		<link>http://naosoutroo.wordpress.com/2009/06/27/mudando-e-permanecendo-igual/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 20:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naosoutroo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Machine Head]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas para os Posers]]></category>
		<category><![CDATA[adam duce]]></category>
		<category><![CDATA[barrigudinho]]></category>
		<category><![CDATA[Cecília Gertrudes]]></category>
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		<description><![CDATA[No último capítulo, Otávio Pedro descobriu que sua mãe, Cecília Gertrudes, na verdade o encontrou dentro de um valão, e que resolveu adotá-lo, para que ele não fosse devorado pelos barrigudinhos, e&#8230; Opa, começo errado. =) Na verdade, no último post, eu falei sobre um pouquinho da história do Machine Head, uma de minhas bandas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=naosoutroo.wordpress.com&amp;blog=7885785&amp;post=84&amp;subd=naosoutroo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83" class="wp-caption aligncenter" style="width: 730px"><img class="size-full wp-image-83" title="Dave McClain" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/06/dave-mcclain1.jpg?w=720&#038;h=487" alt="&quot;I want to play a game...&quot; - Jigsaw" width="720" height="487" /><p class="wp-caption-text">&quot;I want to play a game...&quot; - Jigsaw</p></div>
<p>No último capítulo, Otávio Pedro descobriu que sua mãe, Cecília Gertrudes, na verdade o encontrou dentro de um valão, e que resolveu adotá-lo, para que ele não fosse devorado pelos barrigudinhos, e&#8230;</p>
<p>Opa, começo errado. =)</p>
<p>Na verdade, no último post, eu falei sobre um pouquinho da história do Machine Head, uma de minhas bandas preferidas, precursora de um novo gênero, que fez muito sucesso com seu álbum de estreia, o <strong>&#8220;Burn My Eyes&#8221;</strong>, apesar de um de seus integrantes não ser tão novato assim, na &#8220;cena&#8221;, já que o vocalista/guitarrista Robb Flynn já fora membro da banda de Thrash Metal da Bay Area,<strong> &#8220;Vio-Lence&#8221;</strong>. Mas, essa foi o debut dele como cantor, principal compositor e letrista, e fez um trabalho elogiável, não só por mim, mas pelo o mundo. No meio da turnê, o baterista Chris Kontos começou a não querer mais tocar em alguns shows, fazer um &#8220;corpo mole&#8221;, e acabou sendo demitido, sendo contratado para o seu lugar o atual membro da banda, Dave McClain, o que eu considero uma escolha de muita sorte e competência, já que acho esse careca um dos melhores do ramo, no metal moderno.</p>
<p>Depois de dois anos fazendo shows pelo mundo, inclusive tocando como banda de abertura para a turnê do disco <strong>&#8220;Divine Intervention&#8221;</strong>, do Slayer, a banda voltou ao estúdio, novamente junto do produtor Colin Richardson, que trabalhou com eles no primeiro álbum, e que também já produziu outras bandas famosas e importantes, incluindo o Carcass, no seu clássico registro <strong>&#8220;Heartwork&#8221;</strong>, para compor e gravar esse novo projeto, lançado no ano de 1997, com 10 músicas, chamado&#8230;</p>
<h2></h2>
<h2>The More Things Change&#8230;</h2>
<h3></h3>
<h3><em>Ficha Técnica:</em></h3>
<ol>
<li><em>&#8220;<a title="Ten Ton Hammer" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ten_Ton_Hammer">Ten Ton Hammer</a>&#8221; – 4:14
<div id="attachment_85" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><em><img class="size-medium wp-image-85" title="Machine_Head_-_The_More_Things_Change..." src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/06/machine_head_-_the_more_things_change.jpg?w=300&#038;h=300" alt="The More Things Change..." width="300" height="300" /></em><p class="wp-caption-text">The More Things Change...</p></div>
<p></em></li>
<li><em>&#8220;<a title="Take My Scars" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Take_My_Scars">Take My Scars</a>&#8221; – 4:20</em></li>
<li><em>&#8220;Struck a Nerve&#8221; – 3:34</em></li>
<li><em>&#8220;Down to None&#8221; – 5:28</em></li>
<li><em>&#8220;The Frontlines&#8221; – 5:51</em></li>
<li><em>&#8220;Spine&#8221; – 6:38</em></li>
<li><em>&#8220;Bay of Pigs&#8221; – 3:46</em></li>
<li><em>&#8220;Violate&#8221; – 7:20</em></li>
<li><em>&#8220;Blistering&#8221; – 4:59</em></li>
<li><em>&#8220;Blood of the Zodiac&#8221; – 6:38</em></li>
<li><em>&#8220;<a title="Hear Nothing See Nothing Say Nothing" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hear_Nothing_See_Nothing_Say_Nothing">The Possibility of Life&#8217;s Destruction</a>&#8221; &#8211; 1:31 (<a title="Discharge (band)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Discharge_%28band%29">Discharge</a> cover) (Digipak Bonus Track)</em></li>
<li><em>&#8220;My Misery&#8221; &#8211; 4:42 (Digipak Bonus Track)</em></li>
<li><em>&#8220;<a title="Colors (film)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Colors_%28film%29">Colors</a>&#8221; &#8211; 4:39 (<a title="Ice-T" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ice-T">Ice-T</a> cover) (Digipak Bonus Track)</em></li>
</ol>
<p>Mantendo o estilo do <strong>&#8220;Burn My Eyes&#8221;</strong>, esse álbum é mais um dos clássicos do &#8220;groove metal&#8221;, apesar de trazer algumas diferenças, em relação ao debut da banda. Nada de muito revolucionário, como o que ocorreria dois anos depois, com o <strong>&#8220;The Burning Red&#8221;</strong>, mas algumas mudanças, com algumas músicas com uns efeitos &#8220;modernosos&#8221; de guitarra, e o Robb soando mais melódico, em certas linhas vocais. E a adição de Dave nas baquetas deu uma boa &#8220;liga&#8221; para a banda, mantendo o alto nível das composições e execuções das músicas, como aconteceu no disco anterior, com riffs fantásticos, pra &#8220;bater cabeça&#8221; com gosto, boa presença do baixo em todas as músicas, vocais variados, mas sempre com agressividade e uma raiva incontida, elementos nítidos da música do Machine Head, contrastando com certa melodia e sutileza, em outras passagens, bateria muito bem tocada, breakdowns, solos muito bons&#8230; Enfim, tudo que você sempre quer encontrar num álbum de Révi Metaw.</p>
<p>Para falar das músicas, devo dizer antes que, sinceramente, o &#8220;<strong>The More Things Change&#8221;</strong> não se trata exatamente do meu álbum preferido, do MH. Não que ele seja ruim, mas também não o considero muito bom. Ele é bom, e ponto. Dentre os seis registros da banda, ele está em 4 lugar na minha escala de preferência (Sim, eu faço um ranking entre os álbuns que eu mais gosto, das bandas que mais gosto, ranking esse que é praticamente imutável, e que eu me lembro com exatidão, quando perguntado. E faço o mesmo com as músicas, também. Elenco todas, seguindo minha ordem de preferência. Sim, eu sou um sujeito estranho e metódico.), superando apenas os dois discos mais controversos, &#8220;<strong>The Burning Red&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Supercharger&#8221;</strong>. Porém, isso acontece mais pelos meus três preferidos, <strong>&#8220;The Blackening&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Through the Ashes of the Empire&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Burn My Eyes&#8221;</strong> estarem na minha lista de melhores de todos os tempos, do que por qualquer outro motivo.</p>
<p>Outro fator importante, é que considero essas 10 faixas como bem medianas. Não absurdamente boas, nem absurdamente ruins, o que torna um pouco complicada, a minha tarefa de escolher algumas poucas, para falar com mais aprofundamento. Mas, fá-lo-ei, com a já conhecida sagacidade, para o deleite de todos.</p>
<p>Como primeiro destaque, cito a primeira canção, <strong>&#8220;Ten Ton Hammer&#8221;</strong>, que tem um começo meio diferente, com guitarras cheias de efeito, batidas de bateria, para depois introduzir um riff bastante pesado, que vai comandar a música. Nisso, Robb começa a &#8220;declamar&#8221; a letra da música, de um modo meio que sussurando de ódio, para depois cantá-la, de modo mais sutil, entrecortado por berros. Letra aliás, que é muito boa, falando de ódio pelos outros, e de problemas internos, de forma raivosa mas contagiante, que dá vontade de sentir raiva junto. Excelente começo para o álbum, nessa faixa que também conta com ótimas passagens para banguear, além do impecável trabalho de baixo e bateria.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/06/27/mudando-e-permanecendo-igual/"><img src="http://img.youtube.com/vi/5CngVREjI0I/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>A segunda música,<strong> &#8220;Take My Scars&#8221;</strong>,  tem em sua letra uma crítica feroz à estrutura das religiões, dizendo no refrão que: &#8220;existem meios melhores para se quebrar as paredes da vida&#8221; refrão este  cantado de forma mais branda, por Flynn. A música começa com as guitarras tocando um riff que soa bem peculiar, aos ouvidos, para depois o baixo de Adam Duce aparecer, bem audível, por alguns segundos, fazendo a introdução da música, que depois vira uma grande pancadaria, com um riff BEM pesado. Depois de um tempo, temos também o solo, tocado por Robb, que no começo lembra um pouco as maluquices que o Tom Morello faz na guitarra, com sons parecendo uns &#8220;scratches&#8221; (coisa de mano do gueto), mas depois vira um &#8220;solo de verdade&#8221;, bem rápido e bom de ouvir. Minha favorita.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/06/27/mudando-e-permanecendo-igual/"><img src="http://img.youtube.com/vi/iocDvFQtm4E/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Outra faixa  notável, é a terceira, <strong>&#8220;Struck A Nerve&#8221;</strong>, que deixe um pouco de lado o &#8220;Groove Metal&#8221;, pra entrar com uma voadora no &#8220;Thrash Metal&#8221;, sendo a mais curta e agressiva do disco, pelo menos até a metade dela, onde fica um pouco mais cadenciada, mais arrastada, contando com a participação do baixista Adam Duce, no backing vocal, pra dar mais caos à música, que fala sobre a necessidade de lutar na vida, de lidar com gente idiota, de merda, e passar por cima dessas pessoas, e que tem a frase-título do álbum, na letra. Outra que eu recomendo.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/06/27/mudando-e-permanecendo-igual/"><img src="http://img.youtube.com/vi/O0o6-eQbKmw/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Como última canção a ser comentada, temos <strong>&#8220;Blood of the Zodiac&#8221;</strong>, que eu considero a mais diferente e mais intrigante de todas as 10, embora isso não signifique pouca qualidade. Pelo contrário. É uma música um pouco maior que a média das outras, um pouco mais lenta, também, com a melhor introdução do disco, e uma das melhores da carreira do MH, com as guitarras e a bateria dando um show de como &#8220;criar um clima musical&#8221;.  Como disse, essa canção é um pouco mais compassada que as outras, mais arrastada, mais pesada, mais &#8220;groovy&#8221;, e também por isso, é cantada de um jeito mais &#8220;bonitinho&#8221;, pelo Robb, que, cá entre nós, tem uma voz bonita pra caramba; e tem uma letra que fala de um homem que decide cometer suicídio, como forma de expurgar seus pecados, outra boa composição. E a música segue assim, lenta e diferente, por todos os 06:38 min, encerrando mais um bom trabalho desses americanos, que amargariam um período de críticas ferrenhas e ostracismo, para depois ressurgirem, das cinzas do Império.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://naosoutroo.wordpress.com/2009/06/27/mudando-e-permanecendo-igual/"><img src="http://img.youtube.com/vi/xQ2RpKH4FYQ/2.jpg" alt="" /></a></span>
<h6><em>Essa foi a primeira fez que essa música foi tocada ao vivo. O vídeo é de Luxemburgo, no começo de Junho.</em></h6>
<p>Em breve, falarei do álbum <strong>&#8220;The Burning Red&#8221;</strong>, que trouxe uma série de mudanças para a banda, principalmente, mudanças musicais, que foram severamente criticadas, transformando o Machine Head de sucesso inquestionável, em fracasso execrável, para os olhos e ouvidos de alguns.</p>
<div id="attachment_86" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-86" title="That's All, Folks" src="http://naosoutroo.files.wordpress.com/2009/06/thats-all-folks5.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Não sei o que escrever." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Não sei o que escrever.</p></div>
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